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Pesquisa revela que apenas 15% dos manauaras consideram a cidade preparada para a Copa

Levantamento da empresa LeadPix realizado nas 12 cidades-sede mostrou avaliação dos moradores quanto à capacidade do país de sediar o mundial

Debate sobre legado da Copa faz parte de uma série de ações que a Rede Calderaro de Comunicação planejou para a cobertura do evento

Infraestrutura, mão-de-obra e segurança estão entre os principais entraves apontados pelos moradores de Manaus à realização da Copa (Clóvis Miranda)

Uma pesquisa promovida pela empresa carioca LeadPix revelou a avaliação dos moradores das 12 cidades-sede sobre a capacidade do Brasil de sediar a Copa do Mundo de futebol, que acontece em junho. O levantamento foi feito pela internet em dezembro, e contou com a participação de 5.015 residentes – apenas moradores estavam aptos a participar da pesquisa.

A pouco mais de três meses para o evento, os resultados mostram que a empolgação não anda lá essas coisas. Apenas 22% dos moradores de Brasília consideram a cidade totalmente preparada para receber os jogos do mundial, e esse foi o resultado mais alto, seguido por Fortaleza, com 17%, e Manaus, com 15%. Entre os que consideram suas cidades parcialmente preparadas, Natal e Salvador saem à frente, com 39%, seguidas de Recife (37%).

Os mais pessimistas são os porto-alegrenses, que acreditam que nada vai funcionar (13%), seguidos dos baianos (12%).

Na capital amazonense, 52% dos entrevistados acreditam que ainda falta muita coisa para que a cidade possa receber os jogos. O problema mais apontado foi falta de infraestrutura (92%), seguido de falta de mão-de-obra especializada (82%), segurança (80%) e mobilidade urbana (69%). Questionados sobre quais áreas merecem a maior atenção, os manauaras escolheram segurança (81%), seguida de infraestrutura (59%) e especialização de mão-de-obra (48%).

Os moradores de Manaus também não têm muita expectativa de conseguir assistir os jogos. Questionados sobre se tinham a intenção de assistir alguma partida na Arena da Amazônia, a resposta mais frequente foi de que não conseguiram comprar ingressos para nenhuma partida (27%), seguida da “se eu conseguir” (22%), que está empatada com a “não sei se poderei” (idem) e da “não gosto de assistir em estádios (16%).

No resto do país, a principal queixa diz respeito à mobilidade urbana, quesito mais mal avaliado por cariocas, (92%), cuiabanos (91%), paulistas (89%), porto-alegrenses (88%), mineiros (85%) e brasilienses (83%). Em segundo lugar, vem a falta de infraestrutura, contestada por recifenses (93%), natalenses (92%) e fortalezenses (81%). Mobilidade urbana e segurança lideram nas áreas que exigem maior atenção do poder público, e quem se considera mais propício a assistir os jogos nos estádios são os cariocas e paulistas. A turma que prefere assistir em casa vem de Curitiba e Porto Alegre. Por fim, quem menos gosta de futebol entre as 12 cidades-sede são Brasília (11%), Cuiabá (9%) e Curitiba (8%).