Com o fim do StrikeForce, o UFC torna-se o maior exemplo de monopólio de organização de MMA. Com 20 anos de estrada e avaliado em mais de US$ 1 bilhão, o Ultimate deve receber boa parte dos lutadores do SF, chegando a 475 funcionários contratados, mercados consolidados no EUA, no Brasil, Austrália e Inglaterra, e entrando em países populosos, como China e Japão.
A marca deve chegar em breve à India, Filipinas e outras praças promissoras. Parte dos lutadores do Strikeforce deve migrar para o UFC. Amazonense de direito, mas não de fato, o capixaba Ronaldo Jacaré luta hoje no derradeiro SF já como contratado da organização gerida pelo executivo Dana White.
Adriano Martins, amazonense de fato e de direito, pode ganhar vaga no UFC, mas tem que impressionar o careca como uma bela finalização ou nocaute convincente sobre o compatriota Jorge Gurgel.
José Aldo, outro exemplo local, já reina absoluto na categoria pena (até 66 quilos) e tentará se dar bem na leve (71 quilos), em fevereiro, contra Frank Edgar.
O manacapuruense Ronys Torres já esteve por lá, mas foi garfado e acabou dispensado após duas derrotas consecutivas. Dana se gaba de nunca ter tido mortes ou lesões graves em duas décadas de evento, e isso, de certa forma, ajuda a manter uma aura de credibilidade da marca. E assim o UFC ganha o mundo. It´s time!