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Tharcísio Anchieta: ‘É preciso incentivar a reciclagem no futsal’

Em entrevista exclusiva a A CRÍTICA, novo presidente da Federação Amazonense de Futebol de Salão fala sobre seus projetos à frente da entidade

Dirigente afirma que quer dar mais visibilidade às competições, principalmente na categoria adulta. Ele ficará no cargo até 2017

Dirigente afirma que quer dar mais visibilidade às competições, principalmente na categoria adulta. Ele ficará no cargo até 2017 (Divulgação)

Sangue novo e nova filosofia. É assim, com disposição para o trabalho, que o novo presidente da Federação Amazonense de Futebol de Salão (FAFs), Tharcísio Anchieta, se descreve. Ele foi eleito no pleito do último dia 7 na federação para comandar a entidade máxima do futebol de salão amazonense no triênio 2014 a 2017. A presidência agora é formada por ele como presidente, e tem como 1º e 2º vice Ozanildo Silva e Iranildo Alves, respectivamente.

Após vencer a chapa da situação que estava à frente da entidade pouco mais de 15 anos, as ideias inovadoras de um curso (gratuitos) de atualização de árbitros e técnicos foi promessa de campanha. “É preciso incentivar a reciclagem para colher uma fruta lá na frente. Vamos fazer isso”, disse o novo mandatário.

Confira na íntegra o bate-papo com o novo homem forte do futsal amazonense.

Faz pouco mais de uma semana que você assumiu a FAFs. Como está a entidade?
Bom, primeiramente quero dizer que esta semana trabalhamos na transição administrativa da entidade. Me atualizei sobre as contas, os contratos, e também fiquei por dentro de quem são nossos parceiros. Nesse período de transição, identificamos o que tem em casa para depois tocar o barco.

Agora que estamos entendendo a real situação, temos até um contador que tem feito essa parte. O que é interessante é que a FAFs tinha publicado um calendário, então pegamos algo meio programado. Para não prejudicar os clubes, vamos seguir com as competições sub-13, sub-15 e sub-20 (amazonense de cada categoria). Essas três já estavam programadas e vamos mantê-las. Elas vão iniciar em abril, justamente porque estamos fazendo essa auditoria em março, vamos reunir todos os clubes para definir algumas situações dessas competições.

O que você pretende fazer para 2014 no futsal profissional?
Vamos explorar mais o potencial desta categoria. Queremos fazer competições mais interessantes, com participações de clubes de fora e convidados. Vamos fazer pelo menos três competições nesta categoria com vaga para a Taça Brasil e também para a Liga Norte. Queremos melhorar também as premiações, que é o que realmente importa.

O que você pensa sobre a atual situação da categoria de base da modalidade?
Posso dizer que vai melhorar com os nossos cursos. Para melhorar a base, é preciso melhorar o futsal como um todo. Mas isso só acontece se tivermos competições corretas. Por exemplo, no sub-9 e no sub-11. Segundo os teóricos, não dá para ter competições nesta modalidade. Não é para ser igual ao do adulto. Vamos ter o Campeonato Amazonense para manter a tradição, mas teremos competições adaptadas com quadra, trave e tempo de jogo; tudo adaptado.

A solução é essa?
Vamos adaptar melhor os atletas da base e assim eles vão crescer sabendo como realmente funcionam as coisas sem desmotivação. Isso vai fazer com que eles aprendam melhor tecnicamente e quando chegarem no adulto, teremos de novo o Amazonas entre os melhores. É demorado e é um trabalho a longo prazo. Alguém tinha que começar e nós vamos começar.

Assim como no futebol de campo, falta calendário para a modalidade?
Agora não mais. Queremos mais a participação dos adeptos. Antes, a principal competição era promovida por uma empresa e depois não tinha mais nada (além do campeonato amazonense). Agora não. Queremos pelo menos duas competições oficiais. Assim, os atletas federados e os clubes que pagam a anuidade e o treinador que monta a equipe terão atividade o ano todo. Agora a federação vai receber a anuidade e em troca dará uma competição maior, mais bem planejada e com maior visibilidade.