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Construtora vai recorrer de medida judicial para retomar as obras da Arena da Amazônia

Medida da Justiça do Trabalho impede a construtora responsável pela arena de realizar atividades em altura como a cobertura. O estádio está em fase final de obras

A Unidade Gestora do Projeto Copa (UGP Copa) informou, em nota à imprensa, que a Construtora Andrade Gutierrez está tomando as medidas cabíveis para a retomada completa da obra da Arena da Amazônia, interditadas parcialmente por medida liminar expedida pela 12ª Vara do Trabalho neste domingo (15). Segundo a construtora, os demais serviços vão continuar normalmente a partir desta segunda-feira (16).

A liminar que determinou a paralisação parcial da obra foi recebida pela Andrade Gutierrez por volta do 12h deste domingo (15). A medida atendeu à ação civil pública proposta pelo Ministério Público do Trabalho da 11ª Região (MPT) e se refere especificamente a atividades em altura (serviços de montagem da cobertura e fachada da Arena da Amazônia).

Segundo a UGP Copa, a construtora Andrade Gutierrez, responsável pelas obras da Arena da Amazônia, está promovendo a revisão dos procedimentos de segurança, treinamentos e equipamentos disponibilizados e exigidos pela empresa para o trabalho de seus funcionários e prestadores de serviços.

A UGP Copa reiterou, em nota à imprensa, que os procedimentos de segurança são continuamente exigidos na construção da Arena da Amazônia e que o impacto desta paralisação será mensurado após a suspensão do embargo parcial da obra.

MPT fará inspeção

Segundo o MPT, as obras em atividades em altura só serão retomadas quando for atestado, mediante laudo detalhado, o atendimento dos requisitos mínimos e das medidas de proteção para trabalho em altura, previstos nas Normas Regulamentadoras nº 35 e 18 do MTE, sem comprometimento do salário dos empregados (art. 161, §6º da CLT).

A decisão da Justiça do Trabalho fixa a multa de R$ 200 mil para o caso de descumprimento da ordem judicial.