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Nilton Lins e Brasileiro decidem vôlei juvenil nesta quinta-feira (7), em Manaus

A decisão acontecerá às 17h, na Arena Amadeu Teixeira, Zona Centro-Oeste de Manaus. Esta não será a primeira vez que as equipes se enfrentarão

Equipe da Nilton Lins que eliminou o La Salle, nesta quarta-feira (6), por 2 sets a 0

Equipe da Nilton Lins que eliminou o La Salle, nesta quarta-feira (6), por 2 sets a 0 (Evandro Seixas)

Nilton Lins e Brasileiro fazem nesta quinta-feira (7) a grande final do voleibol masculino, categoria juvenil, dos Jogos Escolares do Amazonas (JEAs). A decisão acontecerá às 17h, na Arena Amadeu Teixeira, Zona Centro-Oeste de Manaus. Esta não será a primeira vez que as equipes se enfrentarão em uma competição. Pelo contrário: os times se conhecem muito bem.

Historicamente, a Nilton Lins levou mais vantagens e conseguiu um número maior de vitórias diante do colégio Brasileiro. Mas no que depender do capitão da equipe amarela, Allan Maciel, de 17 anos, essa “estatística” começará a mudar a partir desta quarta.

“Já nos enfrentamos algumas vezes em outras disputas. E sim, eles venceram mais do que nós, porém isso vai começar a mudar hoje, pois esse título será do Brasileiro”, afirmou Maciel.

O experiente técnico da Nilton Lins, Harlei Barroncas acredita que a final será bastante equilibrada e disse que esperava que o La Salle fosse ser o adversário da sua equipe na decisão do Juvenil.

“Acho que o jogo de amanhã (hoje) será tão equilibrado quanto foi o da semifinal. Na verdade, eu acreditava que o La Salle conseguiria chegar à final, mas nós acabamos nos encontrando na semifinal e nós vencemos”, declarou Barroncas, que é treinador da Nilton Lins desde 2006.

Semifinais

Para garantir uma vaga na decisão do juvenil, a Nilton Lins eliminou o La Salle por 2 sets a 0 com parciais de 26/24 e 25/21, ontem, no ginásio Renné Monteiro, Zona Oeste.

As equipes fizeram uma das melhores partidas da tarde. No primeiro set, o La Salle chegou a abrir seis pontos de diferença, mas os atletas da Nilton Lins conseguiram manter a calma e viraram literalmente o jogo. No segundo set, mais uma vez o La Salle - que contou com o apoio da maioria dos torcedores - também começou melhor. Chegou a ficar oito pontos a frente da Nilton Lins - que assim como na primeira etapa soube controlar a ansiedade, virou e ficou com a vaga na decisão.

“Quando o La Salle estava na frente percebi que alguns atletas da Nilton Lins, principalmente os que ainda não tem muita experiência, sentiram essa diferença de pontos. Mas nosso grupo é muito bom tecnicamente e isso foi importante para que nós encostássemos e depois virássemos o jogo”, comentou Harlei Barroncas.

“Acho que a união da equipe foi o nosso grande diferencial. Como capitão do grupo chamei a responsabilidade pra mim, mas conseguimos manter a calma porque estávamos unidos e muito focados na vitória”, completou João Ribeiro, de 16 anos.

Já o Colégio Brasileiro chegou à final depois de derrotar a equipe do Município de Fonte Boa também por 2 sets a 0 e com parciais de 25/19 e 25/22.

“Foi um jogo bastante difícil, mas nós estávamos bem preparados. Treinamos muito e por isso conseguimos conquistar a vitória e a vaga para a final dos Jogos Escolares”, disse o capitão Allan Maciel.

Local para treinar foi entrave


Chegar à decisão do voleibol juvenil não foi uma tarefa muito fácil para os meninos do Colégio Brasileiro. Para conseguir manter uma boa preparação física e um bom ritmo de jogo, os atletas tiveram que passar por alguns percalços.

“Nós enfrentamos algumas dificuldades em meio a nossa preparação para os Jogos Escolares. Algumas vezes, tínhamos que sair em busca de quadras para não ficarmos sem treinar”, revelou Allan Maciel.

“Nem sempre é possível treinar apenas na quadra da escola, porque ela também é usada por alunos que praticam outras modalidades”, completou.

Adalberto Valle campeão no feminino

Nesta quarta-feira (6), o Centro Educacional Adalberto Vale conquistou a medalha de ouro no voleibol infantil e juvenil feminino. Na primeira decisão, que aconteceu pela manhã, a equipe derrotou o Centro Educacional La Salle por 2 sets a 0. E na segunda final, realizada à tarde, venceu a Escola Estadual Waldemarina Ferreira por 3 sets a 0.

Em território adversário e com a torcida contra, o time infantil do Adalberto Vale superou o nervosismo e venceu o La Salle, por 2 sets a 0 com parciais de 26 x 24 e 25 x 13.

No Juvenil, as equipes já no aquecimento se mostravam confiantes para a partida. O ginásio Reneé Monteiro, palco da grande final, estava dividido em duas torcidas: de um lado os alunos e torcedores do Centro Educacional Adalberto Vale, do outro parte da delegação da cidade de Fonte Boa (município distante 680 km de Manaus), que apoiava o time da Escola Estadual Waldemarina Ferreira com gritos de “queremos raça”.

Alheio à altura da equipe adversária, o time da cidade de Fonte Boa “botou pressão” no representante da capital durante quase toda a partida. E nesse duelo “Davi x Golias”, o time do C. E. Adalberto Vale, levou a melhor, vencendo o jogo por 3 sets a 0 , com parciais de 25 x 17, 25 x 12 e 25 x 10. Para o técnico da equipe, professor Alexandre Chaves, a equipe está de parabéns, pois foram sete meses de uma preparação dura e muito foco para a competição. “Começamos dia 13 de janeiro, elas ainda estavam de férias, mas mesmo assim não faltavam. Esse grupo merece ser lembrado por um bom tempo”, disse Chaves.

A dobradinha do Centro Educacional Adalberto Vale, deu certo graças a um plano traçado pela diretoria do colégio, que apostou no técnico, o professor Alexandre Chaves, que nas últimas edições dos Jogos Escolares foi sete vezes campeão nas categorias infantil e juvenil.

“É meu oitavo ano à frente das categorias infantil e juvenil, e o oitavo ano com títulos. Fico muito feliz porque mais um projeto deu certo, mas tudo isso é mérito das nossas atletas, são elas que jogam e se dividem entre estudar e treinar”, concluiu.

Destaque

Entre as “gigantes” do time da capital, uma atleta se destacou por sua liderança, força de vontade e pelo seu tamanho. A aluna de 1,50m de altura, Daiane Rocha, de 16 anos, era quem dava segurança a equipe do Adalberto Vale. A líbero da equipe foi um dos grandes nomes do jogo, fazendo defesas difíceis e sempre presente no ataque durante toda a partida.

Emocionada com a vitória, a aluna do 3º ano “A” ficou muito feliz, pois deixa o colégio com um título na bagagem.

“Não tenho palavras para falar o quanto essa conquista significa para mim e para as minhas companheiras”, disse.