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'Quem não chora não mama!', brinca Dani Alves sobre comoção na hora do hino

Durante coletiva na Granja Comary, o jogador usou o bom humor ao defender que a comoção demonstrada por alguns jogadores durante a execução do hino nacional

Dani Alves comentou sobre a comoção dos durante os jogos da Copa

Dani Alves comentou sobre a comoção dos durante os jogos da Copa (Bruno Kelly)

O lateral direito da Seleção Brasileira Daniel Alves foi usou de bom humor ao defender que a comoção demonstrada por alguns jogadores durante a execução do hino nacional não tem relação com o desempenho da equipe dentro de campo.

"Acho isso não tem nada a ver, é simplesmente uma pontualidade de toda a emoção vivida nesses momentos e que está à flor da pele. Às vezes a lágrima sai até sem você querer, mas sai, você vai fazer o quê? Tem que chorar! Quem não chora não mama", brincou Daniel.


Na estreia da Seleção Brasileira no Mundial contra a Croácia, o capitão Thiago Silva se emocionou na hora do hino brasileiro. Na segunda partida, contra o México, foi a estrela do time, Neymar, que foi às lágrimas durante a execução do hino.

"Foi como falou o Loco Abreu outro dia em resposta a essa pergunta, que só quem vive isso pode explicar esse momento. Isso não abala, pelo contrário. É digno de valorizar as pessoas que sentem", disse Daniel.

Só comoção

Mas não é só os jogadores da Seleção Brasileira que se comovem com o hino de seu país. O jogador da Costa do Marfim Dié Serey chorou copiosamente ao ouvir o tema oficial do país africano.

A discussão sobre a relação da comoção com o desempenho do atleta ganhou força porque o mesmo jogador marfinense falhou no meio campo e entregou de bandeja o segundo gol da Colômbia contra sua equipe. O jogo terminou em 2 a 1.

Porém, é preciso lembrar que Pelé, já no auge de sua maturidade futebolística, chorou durante todo o percurso do ônibus que levou os jogadores à final da Copa de 1970, no México. O jogador comandou a vitória por 4 a 1, em cima da Itália, e deu o tricampeonato ao Brasil.