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‘Agora é hora de juntar os cacos’, diz vice-presidente do Fast Clube

A frase de Cláudio Nobre resume bem o futuro do clube no Campeonato Amazonense, que vai para 43 anos de jejum de títulos. O Rolo Compressor joga sábado (12)

Vice-presidente Cláudio Nobre está cuidando pessoalmente dos pagamentos e das dispensas

Vice-presidente Cláudio Nobre está cuidando pessoalmente dos pagamentos e das dispensas (Divulgação)

“Agora é juntar os cacos, pagar as dívidas e torcer para o Brasil na Copa”. A frase é do vice-presidente do Fast Clube, Cláudio Nobre, e resume bem o futuro do clube no campeonato Estadual, que vai para 43 anos de jejum de títulos. “É o que nos resta fazer. Nosso projeto não deu certo. Fica para o próximo ano”.

Nobre está cuidando pessoalmente do pagamento dos salários e da dispensa dos jogadores. Segundo ele, cinco contratados para o Amazonense já não estão mais em Manaus: Pablo, Filhão, Samir, Dener e Pantico. Outros, segundo o vice, devem “tomar o rumo de casa” nos próximos dias. “Ficaremos com um grupo de 13 jogadores para finalizarmos a competição com dignidade”, afirmou o dirigente.

O Rolo Compressor joga sábado contra Nacional Borbense, 15h, na Ulbra.

Campanha pífia

Em quatro jogos no segundo turno, o time sob comando técnico de Aderbal Lana empatou três vezes e perdeu uma, campanha fraca para um elenco de custava mais R$ 150 mil por mês e considerado favorito ao titulo, com jogadores “rodados”, a exemplo do atacante Carlinhos Bala e do meia Rosembrinck.

Na contagem geral, o Fast marcou 12 pontos, o mesmo número do Manaus FC, fundado este ano e com investimentos bem menores.

Lana assumiu a culpa pela desclassificação e disse não conseguir uma explicação plausível para mais um fracasso do tricolor no Amazonense. “A culpa é minha, porque fui eu quem indicou a maioria das contratações. Não consigo explicar o que houve. Coisas do futebol. Os jogadores deram exemplo de profissionalismo”, afirmou o experiente treinador.

Lana disse, também, que não sabe qual será o seu futuro no futebol. Ele disse que fará uma viagem em maio a Minas Gerais para conversar com a diretoria de um clube do interior mineiro. “Preciso trabalhar. Vivo do futebol. Queria não sair daqui, pois estou radicado aqui, tenho casa, tenho família, tenho história, mas preciso de trabalho”, explicou o treinador, fazendo mistério sobre o clube pretendido.