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Naça recebe reforço técnico enquanto outros times focam nas partidas desta quarta (26)

Sinomar Naves é apresentado no Naça e tem a missão de ‘apagar o incêndio’ após 5 jogos sem vitória do clube. Outros times locais aquecem as chuteiras

A equipe do Nacional conheceu seu novo técnico nesta terça-feira (26)

A equipe do Nacional conheceu seu novo técnico nesta terça-feira (26) (Euzivaldo Queiroz)

Com perfil motivador, o goiano Sinomar Naves, 60 anos, foi apresentando nesta terça-feira (26) aos jogadores do Nacional no CT Barbosa Filho, Zona Leste, para disputar o restante do segundo turno do Amazonense e a Copa do Brasil. Sinomar chega com a missão de “apagar o incêndio” deixado na Vila Municipal pelo ex-treinador Francisco Diá, depois de cinco empates consecutivos entre jogos do Estadual e a eliminação para o Remo na Copa Verde.

De acordo com Sinomar Naves não há tempo a perder. O Naça já joga na próxima semana contra o Sul América e precisa da vitória para voltar a sonhar com o título do Estadual.

Mas o caminho do Leão não será nada fácil no segundo turno. Depois do Sulão, vem Iranduba, Fast e Princesa do Solimões. “Sempre aceitei grandes desafios e por isso me preparei toda a minha vida. Em todo clube grande existe pressão por resultados positivos. Tenho consciência que posso contribuir para tirar o Nacional dessa situação com bons resultados”, completou o treinador azulino.

Sobre as prováveis mudanças técnicas e táticas que deve fazer no time, já para o jogo contra o Sul América, o técnico foi cauteloso. “Queremos primeiro levantar a auto estima desses jogadores que integram um grupo de qualidade. Sabemos que o tempo é curto. Temos que ter cuidado para que as modificações não causem problemas na equipe. Vamos buscar de acordo com as características dos jogadores o melhor esquema tático para o jogo contra o Sul América”, explicou Naves.

VENCEDOR

O vice-presidente do Naça, Manoel do Carmo Chaves Neto, o Maneca, foi só elogios ao novo treinador. Ele disse que o Nacional precisa de um técnico vencedor. “O Sinomar foi campeão pelo Paysandu, Independente de Tucuruí e pelo Cametá no futebol paraense. É um treinador acostumado a grandes desafios. Sabemos que o plantel do Nacional é o melhor do Amazonas, mas falta ter aquilo que chamamos no futebol de ‘dar liga’, que é o entrosamento necessário para conquistar as vitórias”, avaliou Maneca.

Desconhecido

A maioria dos jogadores do Naça não conhecia o técnico Sinomar Naves. A expectativa do elenco é que, com o novo treinador, a equipe possa reverter a má fase e esquecer os últimos resultados inexpressivos no Estadual. O meia-atacante Eder disse que era a primeira vez que iria trabalhar com Naves.

“Temos uma semana para assimilar taticamente o que ele quer nos passar. Depois vai ficar mais difícil porque vamos ter jogo na quarta-feira e sábado. Embora não tenhamos conseguido o resultado contra o Manaus, estamos tranquilos para enfrentar o Sul América e nos recuperar na competição. Esses empates consecutivos atrapalham um pouco porque cria uma ansiedade, mas vamos levantar a cabeça”, afirmou o meia azulino.

O volante Nando também avaliou a mudança no comando da equipe. “Mudança de técnico começa tudo do zero de novo. Acredito que as coisas vão voltar a dar certo. O Nacional é um time vencedor. Queremos vencer todos os jogos. Por onde passei fui um jogador vitorioso e aqui não será diferente”, enfatizou.

Princesa no último jogo do Gilbertão

Com a força máxima. É assim que o Princesa do Solimões enfrenta nesta quarta-feira (27) o Nacional Borbense, às 15h30, no estádio Gilberto Mestrinho, em Manacapuru (a 80 quilômetros de Manaus), pela segunda fase do Campeonato Amazonense.

A partida de hoje é a última antes de intervenções no estádio, que terá, entre outras obras, a reforma do gramado. Para um jogador em especial, a partida trás boas lembranças. No último confronto contra o Camaleão, pela semifinal do turno, o meia-atacante Michel foi o “carrasco” e fez três gols na vitória por 3 a 1 do Tubarão confirmando a vaga à final. “Fui feliz naquele jogo e marquei três gols ajudando o Princesa a chegar na decisão. O Nacional Borbense é um time perigoso. Eles foram a única equipe que nos venceu nesse Estadual. Será um jogo difícil. Se a oportunidade aparecer quero voltar a marcar contra eles”, afirmou.

O técnico do Nacional de Borba, Francisco Robson, torce para que as chuvas que deixam o campo do Gilbertão pesado dêem uma trégua para que sua equipe possa ter melhor atuação: “É difícil enfrentar o Princesa, que é uma boa equipe. Vamos jogar de acordo com as condições do gramado. Se chover e o campo estiver pesado vamos jogar fechados pelo empate. Mas se o tempo estiver bom vamos arriscar num esquema ofensivo e buscar a vitória”.

Fast diz saber pouco sobre time do Holanda

Depois de “bater na trave” no primeiro turno, o Fast Clube volta a entrar em ação nesta quarta-feira, pelo returno, contra o Holanda, 15h30, na Ulbra, diante do desconhecido, segundo o técnico Aderbal Lana. O treinador disse, nesta terça-feira, saber pouco sobre o adversário e, por isso, espera uma partida complicada. “Confesso que não sei quase nada sobre o Holanda, a não ser noticias nos portais de futebol locais. O Campeonato Amazonense é esquisito, todos jogam nos mesmos dias e no mesmo horário. Fora os locais onde os jogos são marcados, que são distantes. Fica difícil acompanhar os adversários dessa forma”.

Para não atirar no escuro, Lana vai botar um time em campo disposto a buscar o resultado positivo em casa, fazer gols, e manter o bom ritmo do primeiro turno. O treinador vai de três atacantes: Carlinhos Bala, Diego e Pantico para encurralar o Laranja e garantir uma boa dose de vitamina C na estreia do segundo turno.

No Holanda, as pretensões são mais discretas. Com apenas dois pontos marcados em 15 possíveis no primeiro turno, a equipe de camisa alaranjada está entre as últimas na classificação geral e vai brigar para não cair. “Nosso objetivo principal é pontuar o máximo que pudermos para não cair em 2015. Nosso segundo propósito é tentar classificar às semifinais do returno”, afirmou o técnico Fran Costa.