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Campeonato Amazonense: Times locais permeiam entre a ‘dor’, expectativa e despedida

Depois de Dinamite e Nailson é a vez de Lacraia deixar o Fast por conta de contusão, jogador sobre de pubalgia. Além do Rolo, outros times passam por ‘novidades’

Lacraia deixar o Rolo por conta de contusão. Jogador sofre de pubalgia

Lacraia deixar o Rolo por conta de contusão. Jogador sofre de pubalgia (Evandro Seixas)

Além do meia Dinamite e do goleiro Nailson – que estão afastados há pelo menos 20 dias - o Fast Clube teve mais uma baixa esta semana. Com uma pubalgia (inflamação do púbis), o atacante Lacraia teve que se afastar do clube para se tratar. De acordo com a diretoria do Rolo Compressor, ainda não há previsão de quando o atleta voltará a treinar.

Lacraia começou a sentir dores logo depois da estreia do Tricolor de Aço no Amazonense, contra o Sul América. Foi afastado e só retornou nos jogos da semifinal do turno. Mesmo sentindo dores, o atleta conseguiu jogar até a final – quando o Fast perdeu o título da Taça Amazonas para o Princesa do Solimões – sábado passado.

Na segunda-feira, já sem condições de continuar jogando por conta das fortes dores, o jogador resolveu conversar com a diretoria.

“Depois do jogo contra o Sul América, ainda na primeira rodada do turno, parei de treinar para poder fazer o tratamento. Voltei nas semifinais, mas continuei tomando remédio porque ainda sentia dores. Queria jogar até a final, porém depois da decisão percebi que não tinha mais condições. Conversei com a diretoria e agora vou voltar ao tratamento”, disse o atleta.

De acordo com o diretor de futebol do Fast Clube, Claudio Nobre, o atleta não foi dispensado. “Ele precisa se livrar dessa pubalgia e por isso, assim como aconteceu com o Nailson e com Dinamite, vai fazer um tratamento, está machucado e não pode jogar assim. Vale lembrar que o Lacraia não foi demitido”, ressaltou o dirigente.

Lana admitiu que Lacraia fará falta a equipe, mas que agora é olhar para frente e focar nos próximos jogos do Estadual.

“Sim, sentiremos a ausência do Lacraia, mas vamos superar isso. Hoje (ontem) treinamos normalmente, temos que correr atrás dos resultados positivos”, disse o treinador.

A boa notícia é que talvez Dinamite volte a treinar com o grupo na próxima semana. É o que garante o fisioterapeuta Leonardo Correa – que cuida do atleta há duas semanas.

“Ele teve uma lesão na parte posterior da coxa esquerda e não tinha condições de continuar jogando porque isso poderia ocasionar algo mais grave. Mas agora já estamos na parte de cicatrização e se tudo ocorrer bem, ele pode voltar a treinar já na próxima semana”, explicou Correa.

Galo Preto garantido na Colina

Previsto para ser entregue próximo sábado, de acordo com nota emitida pelo governo do Estado, por meio da UGP-Copa, o estádio da Colina, na Glória, Zona Oeste, que será Campo Oficial de Treinamento (COT) para jogos locais da Copa do Mundo, somente receberá jogo oficial no dia 12 de abril, no jogo São Raimundo x Sul América, o famoso clássico Galo Preto, pelo returno do Campeonato Amazonense. A diretoria do Tufão, que é o dono do estádio, mas o concedeu aos cuidados do Estado por contrato de comodite (concessão por tempo determinado) por 15 anos, vê com bons olhos a realização do clássico na Colina. “Será uma grande motivação para o São Raimundo voltar a jogar na Colina. Já estamos em clima de expectativa”, afirmou o gerente de futebol do São Raimundo, Rodrigo Silva.

Para o presidente do Sul América, Luiz Costa, clube que flerta atualmente com o rebaixamento, jogar na Colina reformada seja qual for a situação, será uma volta às raízes. “Pouca gente sabe, mas o clássico Galo Preto é um dos mais tradicionais da cidade. E é cheio de mística. Então será um jogo à altura da Colina agora totalmente reformada”.

A parte interna da Colina já está pronta, mas há alguns ajustes e obras a serem feitas na parte externa, calçadas e lojas. Mas, de acordo com a auxiliar de engenharia da obra, Mayara Cristina, a entrega do local, a princípio, prevista pela Unidade Gestora da Copa (UGP Copa), para o dia 30, não deverá ter problemas quanto a data. “A parte estrutural aqui da Colina, o que se refere a parte grossa da obra, já está toda pronta. O que falta mesmo é só o acabamento, a parte de complemento da pintura e alguns detalhes nas arquibancadas. E a inauguração será mesmo no dia 30 de março. Creio que desta data não passa, não”.

Quem será a próxima vítima?Dispensado por ‘segurança’

O empate em 1 a 1 contra o Manaus no último final de semana, continua causando “estragos” no Nacional. O zagueiro Rafael Morisco, um dos jogadores mais criticados pela torcida depois da partida, foi dispensado nesta quinta-feira (27) e não faz mais parte do elenco nacionalino.

O presidente do Naça, Mário Cortez disse que o jogador havia pedido para sair por causa da pressão da torcida que ameaçou o jogador depois do jogo e que por “motivos de segurança” aceitou o pedido de dispensa do atleta. “Ele não foi dispensado, mas pediu pra sair. O Morisco é um grande jogador. Conversamos e expliquei pra ele o problema da torcida que ameaçou ele e sua família depois do jogo contra o Manaus. Foi uma situação difícil. É um problema de segurança e não estamos aqui para ver ninguém morrer. A torcida queria agredir o Morisco no estacionamento do estádio do Sesi e ele foi salvo pelo goleiro Jairo que tirou ele de lá”, enfatizou Cortez.

Morisco negou o incidente e disse que foi mandado embora pelo presidente do Naça depois de um ano e quatro meses no clube. “Foi o Mário Cortez que falou que não queria mais contar comigo. Eu conversei com a diretoria do clube e disse que gostaria de cumprir o meu contrato até o final do Campeonato Amazonense. Mas ele conversou comigo e disse que estava preservando a minha integridade física e da minha família e fez a proposta para rescindir o meu contrato. Nada aconteceu com a minha família depois do jogo. Sofri a mesma pressão que os demais jogadores do Nacional depois do empate com o Manaus”, disparou Morisco.

Questionado sobre a verdade se teria sido realmente ameaçado pelos torcedores nacionalinos, o ex-zagueiro azulino foi efático. “Não aconteceu nada com a minha família. A minha esposa assistiu ao jogo com a esposa do Fabinho e entrou no carro tranquilamente. A cobrança da torcida no final do jogo por causa do empate é normal e aconteceu com todos os jogadores. Não saio magoado, mas chateado. Eu não pedi pra sair. Eles estão me mandando embora. Falei pra eles que gostaria de cumprir o meu contrato com o técnico Sinomar Naves, que eu já conheço a filosofia de trabalho”. afirmou Morisco.