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Comércio e consumidores de Manaus ‘também’ estão se rendendo a Copa do Mundo

Com o estoque cheio em se tratando de ornamentação e fantasias, os lojistas do Centro de Manaus já comercializam artigos alusivos ao tão esperado Mundial

É grande o “arsenal” para o Mundial

É grande o “arsenal” para o Mundial (Evandro Seixas)

A pouco mais de 60 dias do início da Copa do Mundo no Brasil, não são apenas as ruas de Manaus que estão em ritmo de Mundial. Com o estoque cheio em se tratando de ornamentação para casa e fantasias para torcedores, os lojistas do Centro da cidade já comercializam os artigos alusivos ao mais importante evento de futebol da Terra.

A professora infantil Maria Cristina Ferreira, que mora em Eirunepé (a 1.245 quilômetros de Manaus), é uma das torcedoras contagiadas com o momento Copa. Ontem, ela estava em uma das lojas da capital, na rua Marquês de Santa Cruz, Centro, que vendiam produtos alusivos ao Mundial para comprar, com dois meses de antecedência, ornamentos para a sala de aula em seu município. “Sou professora em Eirunepé e estou decorando a nossa sala. Como lá na cidade não vendem esses produtos, estou aproveitando essa vinda à capital para comprar logo tudo que preciso”, explica ela.

A gerente Ana Dalva, da loja Baiano também na Marquês de Santa Cruz, disse que a procura dos torcedores pelos adereços está grande. “Tem tido muita procura. Adesivos, bandeiras, buzinas, apitos. Pessoal tem se preocupado em comprar tudo com antecedência”, disse ela, que gerencia a loja há 10 anos. O estoque está em exposição no local desde janeiro.

Para a última hora

O “modo brasileiro de deixar tudo para a última hora” foi lembrado pelos gerentes das lojas consultados pela reportagem do CRAQUE. “A procura ainda está pequena em relação às nossas expectativas. Acredito que só vão procurar os produtos depois do dia das mães”, disse Giovane Teles, da M. M Importadora, localizada na Rua dos Andradas, uma das lojas mais decoradas desse período pré-Copa. “Como sempre os brasileiros deixam tudo para cima da hora”, explica ele, aproveitando para “vender o peixe” da sua loja para a Copa: “Para os gringos, compramos bandeiras dos países que vem jogar aqui. Vai que eles não estão trazendo a sua”.

Mais procurados

Comum em todas as lojas visitadas pela reportagem, os produtos mais procurados atualmente são buzinas, apitos, perucas, chapéus e brinco, além de confecções. claro. “Estou procurando uma camisa legal para usar durante os jogos do Brasil”, disse o aposentado Paulo Feliciano, 65, em uma das lojas da rua Marechal Deodoro, a popular “bate-palma”.