Log in

Bem-vindo Log out Alterar dados pessoais

Esqueceu a senha?

X

Qualquer dúvida click no link ao lado para contato com a Central de Atendimento ao Assinante

Esqueceu a senha?

X

Sua senha foi enviadad para o e-mail:

Craques da Copa: Maradona, o grande gênio argentino

Na edição desta semana, a série será dedicada ao hermano Diego Armando Maradona, considerado um dos melhores jogadores de futebol de todos os tempos

Maradona consegue ser unanimidade na Argentina quando o assunto é a “pelota”

Maradona consegue ser unanimidade na Argentina quando o assunto é a “pelota” (Arte: Romahs)

A série “CRAQUE das Copas” traz na edição desta semana se não o melhor jogador de todos os tempos, um deles. Esta pode ser a melhor definição para o hermano Diego Armando Maradona. Mesmo sem ter sido o melhor de todos os tempos devido um certo brasileiro apelidado de “Pelé” que jogou e brilhou dez anos antes, Maradona consegue ser unanimidade em seu país quando o assunto é a “pelota”.

“El Pibe” é até hoje referência em seu país quando se fala na genialidade de um jogador em campo. “Dieguito” participou das Copa de 1982 na Espanha, a de 1986 no México, 1990 na Itália e encerrou sua participação no mundial dos Estados Unidos, em 1994.

Com uma velocidade fora do normal, inteligência com a bola nos pés e uma habilidade incontestável, “El Pibe” escolheu a Copa de 1986, no México, para brilhar, principalmente depois de ter sido cortado do Mundial realizado em seu país, a Argentina em 1978 que acabou tendo como campeão os próprios anfitriões e de ter ficado no quase, em 1982, quando seu time foi eliminado na segunda fase de grupos (em 82, a Copa teve um regulamento único com 6 grupos de 4 times, e apenas os 2 primeiros se classificavam, e 12 times formaram 4 grupos de 3 times na segunda fase, de onde os campeões de cada grupo fariam a semifinal), ao perder os jogos para Itália e Brasil por 2 a 1 e 3 a 1, respectivamente.

Contra a Bélgica, em 192, na Espanha, Maradona viu a derrota de sua equipe por 1 a 0. Em seguida Maradona marcou seus primeiros dois gols na goleada por 4 a 1 sobre a Hungria. O jogo seguinte foi contra a fraca seleção de El Salvador, e a Argentina venceu por 2 a 0. Na fase consecutiva , quatro grupos com três países decidiriam as vagas nas semifinais. Para azar dos argentinos que caíram no grupo de Itália e Brasil.

No primeiro jogo, Maradona foi marcado de maneira implacável pelo italiano Gentile, que bateu de todos os jeitos no argentino. Anulado, o argentino não pôde ajudar sua seleção, que perdeu por 2 a 1.

No jogo seguinte, apenas uma vitória sobre o Brasil daria chance de classificação aos argentinos. Mas a seleção brasileira venceu por 3 a 1, Maradona foi expulso, e viu o sonho de ser campeão mundial pela primeira vez ir por água abaixo. O argentino comentou, tempos depois, que o clima de já ganhou e a soberba do time argentino foram cruciais para a eliminação.

Protagonista

Apesar das quatro participações, foi na copa de 1986 que o argentino resolveu brilhar e carregou o time nas costas. Com um time recheado de novos talentos, como Jorge Valdano, Rugeri, Burruchaga e Pumpido, a Argentina brigou pelo título de todas as maneiras para apagar o contestado título de 1978 questionado por muitos devido o momento político do país. Com o craque argentino no auge de sua forma, o time foi implacável e na fase de grupos, a equipe se classificou em primeiro.

Na segunda fase, venceu a Bulgária por 2 a 0, nas oitavas, atropelou o Uruguai, passou pela Inglaterra nas quartas de final, eliminou a Bélgica e, na final, se sagrou campeão mundial ao vencer a Alemanha Ocidental por 3 a 2. Já com status de grande revelação do futebol mundial após se envolver em uma transação milionária entre Boca Juniores (ARG) e Barcelona (ESP), o jogador foi caçado na maioria de suas partidas.

Contra a Bélgica, viu a derrota de sua equipe por 1 a 0. Em seguida Maradona marcou seus primeiros dois gols na goleada por 4 a 1 sobre a Hungria. O jogo seguinte foi contra a fraca seleção de El Salvador, e a Argentina venceu por 2 a 0. N

“A mão de Deus”

Em 1986, na segunda fase do mesmo mundial, nossos hermanos encontraram o Uruguai como adversário e venceram com 1 a 0. Já nas quartas-de-finais o histórico jogo contra a Inglaterra. No primeiro confronto entre os dois paises após a “Guerra das Malvinas” o clima no gramado, a apresentação histórica.

Depois de um primeiro tempo sem grandes chances, Maradona abriu o placar após subir para cabecear a bola e, na malandragem, usar o punho cerrado na disputa pelo alto com o goleiro inglês. Mesmo com protesto, o gol foi validado. Momentos depois, “Dieguito” recebeu a bola no meio de campo, passou por cinco marcadores e tocou na saída do goleiro para ampliar o marcador para 2 a 0. No final do jogo, ele ainda nomeou, sem querer, o 1º gol que havia feito. “Se houve mão na bola, foi a mão de Deus", disse o argentino.