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Espanha busca recuperação em jogo contra o Chile nesta quarta (18), no Rio de Janeiro

Espanhóis vão tentar apagar a atuação vexatória da última partida. Caso percam para o Chile, o sonho do bimundial praticamente será interrompido

Iniesta e Fernando Torres são as principais armas da Fúria contra os chilenos

Iniesta e Fernando Torres são as principais armas da Fúria contra os chilenos (Bruno Kelly)

Espanha e Chile se enfrentam nesta quarta-feira (18), no Maracanã, às 15h (de Manaus), num dos jogos mais emblemáticos da segunda rodada da Copa do Mundo. Se vencerem, os chilenos garantem antecipadamente a vaga para a próxima fase em cima dos atuais campeões do torneio. Já a Espanha pode interromper precocemente o sonho do bicampeonato no caso de uma derrota.

Com tais variantes, não é difícil prever um jogo franco e aberto, com as duas equipes se lançando sem temor ao ataque. A ofensividade, aliás, é característica em comum entre os dois times, assim como a tendência a buscar a posse de bola como estratégia fundamental de anulação do adversário.

Do lado da Espanha, o discurso é de apagar a partida de estreia e só pensar no Chile. “É fato que nós tivemos um início que nos dificulta voltar à normalidade, ou àquele sentimento que tínhamos antes desse primeiro jogo, mas acho que o que aconteceu no passado é passado, tem que ficar pra trás”, declarou o meia Andrés Iniesta, na coletiva de ontem, no Maracanã.

O atacante Fernando Torres endossou o que disse o companheiro e garantiu que o fatídico jogo de estreia não abala a força da Roja.

“Um minuto após o jogo contra a Holanda, já estávamos pensando em como ganhar do Chile”, disse Torres, seguido pelo técnico Vicente Del Bosque.

“Temos que olhar para frente e absorver essa derrota parcial. O nosso destino ainda está em nossas mãos”, falou o treinador, que analisou a equipe chilena como “muito ativa, ofensiva e valente”. “Desde essa rebeldia, temos que nos colocar à essa altura, não nos encolher, sermos agressivos e ter a intensidade que eles têm”, completou.

Manter a posse

Quem também pretende “imitar” o estilo de jogo adversário é o técnico do Chile, Jorge Sampaoli, que vem de vitória contra a equipe da Austrália, por 3 a 1, mais especificamente no que diz respeito à briga pela posse de bola, característica marcante da seleção espanhola.

Perguntando pelo CRAQUE se vai lançar mão da estratégia, respondeu assim: “Estamos muito interessados em jogar com a posse da bola assim como faz a Espanha, porque de outra forma nós perderíamos nossas características principais”, afirmou Sampaoli, que concedeu coletiva durante o jogo do Brasil e também foi questionado pela reportagem se não lhe preocupava perder o jogo de um possível adversário nas oitavas-de-final.