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FAF anuncia planos para não deixar Arena da Amazônia ‘parada’ após Mundial

Um torneio internacional com seleções de países vizinhos do AM é uma das opções da entidade. Realizar uma seletiva para Copa Verde de 2015, também está nos planos

Após quatro anos em obras, Arena da Amazônia Vivaldo Lima é ianugurada

Arena voltou, em 2014, a ser o grande palco do futebol amazonense (Clóvis Miranda)

Em meio a algumas polêmicas sobre o legado da Arena da Amazônia Vivaldo Lima, a Federação Amazonense de Futebol (FAF) anuncia que tem muitos planos para não deixar o estádio “parado”, após a Copa do Mundo no Brasil. Um torneio internacional com seleções de países vizinhos do Amazonas é umas das opções da entidade.

Realizar uma seletiva para Copa Verde de 2015, também está nos planos da entidade para movimentar o novo palco do futebol local.

“Nós temos essa ideia de fazer uma competição com seleções internacionais. Queremos convidar a Venezuela, as Guianas e outros países que são vizinhos nossos”, disse Dissica Valério Tomaz, presidente da FAF.

Caso a ideia dê certo, não será a primeira vez que o Amazonas sediará um torneio com equipes internacionais. Na década de 70, quando a FAF era comandada pelo saudoso Flaviano Limongi o Estado realizava a Copa da Amazônia - que contava com clubes de vários países.

“A Copa da Amazônia fazia sucesso na época do Flaviano Limongi e a ideia é reviver isso. Ainda não sabemos se vamos continuar com esse nome (Copa da Amazônia), ainda temos que definir”, completou o presidente da federação.

Ainda segundo Dissica Válério, a seletiva que vai definir o segundo representante do Amazonas na Copa Verde de 2015 (o primeiro será o campeão amazonense deste ano) deve acontecer logo depois da Copa do Mundo.

“Nós devemos contar com sete equipes nesta seletiva. Com isso vamos aumentar o calendário do futebol amazonense. Nós já conversamos sobre esse assunto com alguns clubes, que se mostraram bastante entusiasmados com a ideia”, pontuou.

A Arena da Amazônia Vivaldo Lima, que foi construída exclusivamente para receber os jogos do Mundial no Brasil (Itália x Inglaterra, Camarões x Croácia, EUA x Portugal e Honduras e Suíça) e que tem capacidade para receber até 44 mil pessoas, recebeu muitas críticas por conta da qualidade do futebol amazonense.

“Nós vamos criar muitas coisas para a Arena, não queremos assinar o atestado de incompetentes. Esses torneios no estádio serão as nossas respostas”, concluiu o presidente da FAF.

Dissica fala sobre jogo do Vasco

A Arena da Amazônia Vivaldo Lima, que já recebeu dois jogos - um regional (Nacional e Remo pela Copa Verde) e outro estadual (Fast Clube e Princesa do Solimões), deve sediar a primeira partida nacional no dia 3 de abril. O jogo entre Resende e Vasco, válido pela primeira fase da Copa do Brasil, deve acontecer no novo estádio de Manaus.

Um dia antes, no dia 2, o Princesa estreia na competição e jogará no estádio Roberto Simonsen (Sesi). Mas para o presidente da FAF, Dissica Valério Tomaz isso não será motivo para qualquer mal-estar com os torcedores do Tubarão.

“Acredito que isso não causará nenhum tipo de desconforto. O público do Vasco é do Vasco e não pode ser privado de assistir uma partida do seu clube”, comentou.

O técnico do Princesa, Marquinhos, concorda com o dirigente.

“Ia ser muito bom jogar na Arena novamente, pois os jogadores já sentiram o campo. Mas se temos que jogar no Sesi, vamos jogar, vamos fazer a nossa parte”, completou o treinador.