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Goleiro Paulo Wanzeler torna-se um dos jogadores mais regulares do Princesa do Solimões

O bom desempenho do goleiro do Tubarão, nos seis jogos da Série D do Campeonato Brasileiro, garantiu a vice-liderança do time no grupo A1 do torneio

Paulo Wanzeler é um dos menos vazados do campeonato

Paulo Wanzeler é um dos menos vazados do campeonato (Lucas Silva)

Diz o ditado do futebol que um bom time começa pelo goleiro. As boas atuações do goleiro Paulo Narciso Gonçalves Wanzeler, 26 anos, do Princesa do Solimões, nos seis jogos da Série D do Campeonato Brasileiro, garantiram a vice-liderança do Tubarão no grupo A1 com dez pontos ganhos e deixou o time da “Terra da Ciranda” na briga pela classificação para a próxima fase da competição.

Com defesas arrojadas e excelente colocação em campo, o paraense, natural de Belém (PA), Paulo Wanzeler com 1m86 de altura, foi revelado nas categorias de base do Paysandu onde passou oito anos. Depois o goleiro atuou por empréstimo nas equipes do Cametá-PA, América-RJ, River Plate-SE e Bragantino-SP. A cada partida ele vem se tornando num “paredão” do time da terra da ciranda. “É a segunda vez que disputo a Série D. Em 2011 joguei pelo River Plate-SE. É uma competição muito difícil, onde não podemos perder pontos fáceis em casa. Minha principal meta no Princesa do Solimões é, primeiramente, classificar o time para a próxima fase do Brasileirão. Depois, o nosso objetivo é conseguir, passo a passo, a conquista do acesso para a Série C do Brasileiro em 2015”, afirmou o goleiro do Tubarão.

Depois de passar pelo São Raimundo-RR por 2 a 0, o goleiro do Princesa do Solimões, que tomou quatro gols em seis jogos, já pensa no próximo adversário, o Genus-RO, sábado (30) no estádio da Colina.

“É um jogo fundamental para as nossas pretensões de classificação. Não podemos perder pontos dentro de casa. Temos que vencer o Genus para sair para os jogos no Acre contra o Rio Branco e o Atlético Acreano com pelo menos quatro pontos para voltar para o último jogo contra o Santos-AP em Manaus já classificado e jogar com tranquilidade”, avaliou Wanzeler.

Elogios à defesa

O goleiro Paulo Wanzeler reconhece que ninguém faz nada sozinho e por isso não poupou elogios à dupla de zaga do Tubarão, Lídio e Leandro Camilo.

“A nossa defesa está bem postada lá atrás e os nossos zagueiros Lídio e Leandro Camilo tem sido importantes para me ajudar. O Camilo veio para completar uma zaga que já estava bem quando atuava com o Lídio e com o Bruno. Estamos conversando bastante para corrigir o posicionamento durante os jogos e o entrosamento está melhorando a cada partida. Tudo isso é consequência do bom trabalho”, avaliou o goleiro.

Em seis jogos pelo Brasileirão, Paulo Wanzeler sofreu apenas quatro gols, numa média de 1,5 gol por partida. A meta é manter a regularidade da segunda melhor defesa do grupo A1 que só perde para a zaga do líder, Rio Branco-AC, que levou três gols em seis jogos.

“Temos que manter o foco em cada jogo, pois a cada partida a dificuldade vai aumentando. O nosso grupo está equilibrado e todas as equipes tem chances de classificação. A competição é difícil e está afunilando”, concluiu Paulo Wanzeler.

Três perguntas para Paulo Wanzeler - goleiro do Princesa do Solimões

1º Qual o goleiro que você admira na atualidade?

O goleiro tem que passar tranquilidade para a equipe. Por isso, sempre gostei do Dida que atualmente está no Internacional. O Dida é muito centrado durante as partidas e mostra ser um goleiro tranquilo e isso é fundamental.

2º Como o Paulo Wanzeler se auto-define como goleiro, quais são suas qualidades?

Eu sou muito tranquilo. A gente vive do futebol, então temos que fazer o melhor na nossa profissão. Eu me esforço ao máximo nos treinamentos e durante as partidas não posso passar nervosismo para a equipe, para os torcedores e para o treinador. Por isso procuro estar bem posicionado e não faço aquelas defesas espalhafatosas como alguns goleiros que se jogam e rolam quando a defesa poderia ser feita de modo mais simples.

3º Você tem feito grandes defesas e salvado o Princesa em alguns jogos. A torcida pode esperar o “paredão” contra o Genus?

Com certeza. É o meu trabalho. Vim para brigar pelo acesso e vou lutar até o fim. Quero fazer história no Princesa e subir com o time.