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Lutadores se enfrentam na 19ª Edição do Bitetti Combat nesta quinta-feira (06), em Manaus

Pesagem dos lutadores deu mostras do que será o Bitetti Combat, nesta quinta-feira (06), no Tropical Hotel; dois cinturões estarão em disputa

Antes da pesagem começar, o clima no hotel era de apreensão por parte dos lutadores

Antes da pesagem começar, o clima no hotel era de apreensão por parte dos lutadores (Euzivaldo Queiroz)

Os trinta lutadores que entrarão no octógono nesta quinta-feira (06) à noite, a partir das 19h no ginásio do Hotel Tropical para lutar a 19ª Edição do Bitetti Combat, enfrentaram o primeiro desafio na manhã desta quarta-feira (05) no Amazônia Golf Resort: a balança. Os ingressos para o show de lutas estão à venda na academia Amazon Fit (Djalma Batista), Evolution (Eldorado) e Fast Temaki do Eldorado e custam R$ 50 a cadeira, R$ 100 vip, frisa a R$ 30 e camarote para 12 pessoas a R$ 1500.

Antes da pesagem começar, o clima no hotel onde foi realizado era de apreensão por parte dos lutadores. Muitos preferiram ficar na sauna do hotel enquanto outros apenas estavam concentrados em seus quartos esperando serem chamados para as tradicionais encaradas que antecedem as lutas.

A calmaria que tocava a primeira batalha do evento “foi a nocaute” quando os responsáveis pela luta que definirá o novo detentor do cinturão dos Médios foi anunciado. Paulo Filho bateu o peso e esperou a chegada de André Muniz “Sergipano”. Na hora da tradicional foto, os dois se estranharam e quase começam a luta antes da data prevista, precisando serem separados pelo dono do evento, Amaury Bitetti.

Outro responsável por fazer uma das principais lutas da noite é o manauara Erick Carlos Silva. O lutador, que bateu o peso sem problemas, falou sobre o combate contra Andrezinho Nogueira pelo cinturão dos Leves. “Vai ser uma luta difícil. Vencemos a primeira parte, que foi bater o peso”, disse o lutador.

Erick falou também sobre a expectativa da luta. “Acho que (a luta) deve ir para o chão. Mas se ficar no alto, eu confesso que estou bem preparado para uma trocação”, falou. Erick disse também não sentir a pressão por estar lutando em casa. “Venho de 13 vitórias e 3 derrotas. A única pressão é ter que conquistar o cinturão”, disse o lutador.

Outro amazonense totalmente focado e “pronto para porrada”, como ele mesmo afirma, é o manacapuruense Ronys Torres, que dará uma revanche ao lutador Gilmar Manaus. Segundo ele, agora é esperar a luta. “Conseguimos fazer o mais difícil, que é subir na balança e bater o peso. Então, agora é se alimentar, se hidratar e esperar o momento da luta”, falou Torres.

Faltou disciplina

Uma das grandes promessas do MMA amazonense, o raçudo Jeferson Santos ficou 2,5 kg acima da categoria e tinha até às 21h de ontem para bater o peso.

De acordo com o treinador do atleta, Orlean Smith faltou disciplina do lutador. “Infelizmente acho que faltou disciplina dele. Na terça à noite ele estava no peso. Paciência. Agora é ter paciência e conversar com o empresário do Mário Pimba (adversário) para casar a luta assim mesmo”, disse.

Amaury Bitetti presidente do Bitetti Combat, em entrevista


1º Amaury, como está a expectativa de público para esta quinta-feira?

Manaus ama lutas e isso nos motiva. Até onde eu sei, já tinham acabado os ingressos de frisas. Mas a verdade é que estamos anciosos pelo evento. O card está muito bom e espero que a população goste.

2º Você disse que não tinha previsão de quando o Bitetti Combat poderia voltar para Manaus e hoje deixou escapar que quer fazer mais edições na cidade. É isso?

Você ouviu, foi? Bom, eu quero sim. Mas vamos com calma. Primeiro vamos realizar o evento de amanhã (hoje). Ver se o público aprova. Vamos esperar.

3º Manaus já tem quatros cinturões (um do UFC e três do Jungle Fight). O que representa a possível vinda de mais um para Manaus?

Que aqui é um dos polos de luta do Brasil. Aqui só tem referência.