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Copa 2014: Norte-americano mostra que o futebol também pode imperar nos EUA

Gringo Butch Wright, assessor de relações internacionais da UEA, salienta que o esporte bretão, aos poucos, vai caindo no gosto dos norte-americanos

Gringo frequenta os jogos do Campeonato Amazonense

Gringo frequenta os jogos do Campeonato Amazonense (Winneou Almeida)

Admirador de um bom pirarucu, um açaí e apaixonado por futebol, o norte-americano e assessor de relações internacionais da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Butch Wright, 43, contraria aqueles que acham que os americanos não gostam de futebol. E ele mostra conhecimento em se tratando da seleção de seu país. Aliás, não só da seleção, como também da Major League Soccer (campeonato nacional de futebol dos Estados Unidos) e também do futebol baré.

“Mesmo no grupo da morte (Grupo G), os europeus vão sofrer com o calor (de Manaus) e os americanos não, pois lá (nos EUA) o clima é parecido. Nossos jogadores estão acostumados, pois atuaram nas eliminatórias em países como o México e Panamá. É mais fácil os deslocamentos atrapalharem do que o clima”, opinou.

Butch é um grande aficcionado por futebol. Presente sempre que possível nas partidas do futebol local, ele fez questão de comentar a presença do alemão Jurgen Klinsmann à frente da seleção do seu país.

“Apesar de alemão, ele é quase um americano. Vive nos Estados Unidos fazem muitos anos. É casado com uma americana. Com o carisma e dedicação dos jogadores, ele (Klinsmann), pode surpreender e fazer um bom papel neste Mundial. Isso seria bom para a carreira dele e também para os jogadores. Por isso, acredito que podemos fazer bonito”, justificou.

Com um conhecimento técnico e tático sobre futebol como poucos (norte-americanos, é claro, Butch admitiu que espera um bom desempenho de seus compatriotas em campo, mesmo que o time atual não seja superior ao de 2002, quando a seleção dos Estados Unido ficou entre as oito melhores do mundo. “Não é como aquele belo time de 2002. Mas temos ainda alguns jogadores como Landon Donovan, que brilhou na Copa das Confederações de 2009 e (na Copa de) 2010. Se o Maicon Bradley conseguir usar todo seu talento e visão teremos bons armadores. Agora o ataque tem qualidade e o Altidore, mesmo sem ser titular, é um jogador que fazer a diferente”, disse.

VOLUNTÁRIADO

Engajado em receber os compatriotas como manda o figurino, Butch Wright antecipou que tem trabalhado em um programa para recrutamento de voluntários que falam inglês com fluência para ajudar na recepção. “Tenho trabalhado em um programa de voluntariado para selecionar pessoas que falem inglês fluente para botá-los em hospitais e em ponto turístico. Esse é um projeto que participo e que ajudo, pois quero que os visitantes sejam bem recebidos”, disse.

Estados Unidos e Portugal se enfrentam no dia 22 de junho na Arena da Amazônia.