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Princesa do Solimões realiza seu 1º treino no novo estádio da Colina em Manaus

Equipe realizou treino nesta quarta-feira (09), naquele que poderá ser a casa do Tubarão na Série D do Brasileiro

Princesa poderá utilizar a Colina na disputa da Série D

Princesa poderá utilizar a Colina na disputa da Série D (Erica Melo)

A equipe do Princesa realizou seu primeiro treino, na tarde desta quarta-feira (09), naquele que poderá ser a casa da Tubarão na Série D; o reformado campo Ismael Benigno, mais conhecido como Colina. Sem estádio – devido ao atraso da reforma no Gilbertão -, a diretoria da equipe de Manacapuru pretende utilizar o “novo” local na competição.

“O gramado que estamos treinando é padrão Fifa”. As palavras ditas pelo técnico Charles Guerreiro, evidenciando a qualidade do local, mostrou um time aguerrido e com velocidade no ataque. “É aproveitar o uso do gramado quando tivermos treino. Treinar aqui se tem um aproveitamento muito bom”, enfatizou o treinador.

Charles fez vários testes e mexeu em todos os setores já pensando na estreia contra o Santos (AP), dia 20, em Macapá. A permanência da maioria dos jogadores que disputaram o estadual - unido à chegada dos atletas indicados pelo treinador paraense - já dão formas à “nova” equipe. “Temos jogadores experientes, de qualidade e com juventude. Tem que mesclar, procurar dividir para não errar. Série D é uma competição difícil. Temos uma base com o Branco, o Flamel - que chegou e já está na equipe -, o Somália no ataque e o Lídio jogando atrás, He-Man e Geovani, que voltou ao clube e, com mais condicionamento físico, ainda vai melhorar”, declarou Guerreiro.

Recém chegado ao clube, o goleiro Paulo Wanzeler - cria do futebol paraense, onde atuou pelo Paysandu, Tuna Luso e Paragominas - está em busca da titularidade: “Chego para somar. Se depender de mim para ajudar o grupo vou fazer o melhor. É colocar em prática o que eu seu fazer, que é jogar futebol”.

Pedido atendido

Guerreiro comemorou ainda dentro de campo a contratação do zagueiro Leandro Camilo. O técnico havia solicitado a vinda do jogador que atuou pelo Paysandu em 2010.

“O Camilo foi meu jogador. Tava atrás dele desde que cheguei aqui. Fiquei sabendo agora (risos)”, disse. “Não vamos medir esforço para atender os pedidos do treinador. Temos uma missão e tem que ser cumprida”, disse o diretor de futebol Raphael Maddy.