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Sávio Bortolini recorda jogo no Vivaldão e analisa o futebol croata durante entrevista

“Jogar em Manaus sempre me trouxe muita sorte. Me sentia em casa”, disse o jogador de 23 anos e ídolo no Flamengo em entrevista ao CRAQUE, concedida por telefone

Sávio Bortolini foi o destaque da partida entre Brasil e Croácia, no Vivaldão, em 1996

Sávio Bortolini foi o destaque da partida entre Brasil e Croácia, no Vivaldão, em 1996 (Divulgação)

Então com 23 anos e ídolo no Flamengo, o atacante Sávio foi o destaque da partida entre Brasil e Croácia, no Vivaldão, em 1996. Ao marcar o gol de empate da Seleção Brasileira, jogou um beijo pra torcida, com quem ele próprio afirma ter criado uma relação de afeto. “Jogar em Manaus sempre me trouxe muita sorte. Me sentia em casa”, disse ele, em entrevista ao CRAQUE, concedida por telefone.

Hoje empresário em Florianópolis, o ex-jogador, que também fez história no Real Madrid, descreve a recepção calorosa da torcida amazonense, ressalta a dificuldade de jogar contra os croatas e faz prospectivas de como será a estreia brasileira em São Paulo, justamente contra o país do Leste Europeu.

Você se lembra bem do jogo Brasil e Croácia?

Lembro bem. Estava bem cheio o estádio, a Croácia fez o (primeiro) gol, empatei no final. A gente botou uma pressão muito grande no segundo tempo, mas não conseguimos virar. Pra mim, em particular, foi um excelente jogo, tive boa atuação, além de ter feito o gol.

O time croata foi uma surpresa para vocês?

Sabíamos que ia ser um jogo difícil, não tanto como foi (risos)... O futebol croata vem de uma evolução constante. Isso foi em 96. Em 98, eles fizeram uma excelente Copa do Mundo e conquistaram o terceiro lugar na França, com grandes destaque individuais, como o Suker, que foi artilheiro (da Copa).

Como foi a recepção da torcida amazonense?

A torcida incentivou o tempo inteiro. Já joguei em Manaus pelo Flamengo, em amistoso contra o Fast, em que também marquei gol. Sempre gostei muito da cidade. Acho que, como atleta do Flamengo, e pela grade torcida que o time tem na cidade, sempre era muito bem recebido. Me sentia em casa.

Quais as características “perigosas” do futebol croata?

É um time que marca muito forte, são ótimos defensores. Isso não mudou muito, a questão da marcação tática... e sempre tem jogadores que individualmente são muito bons, como o Modric, do Real (Madrid).

O que você espera do jogo de estreia do Brasil contra a Croácia?

É sempre difícil, não vai ser diferente. Mas temos grandes vantagens. O Brasil hoje evoluiu muito na questão tática, na marcação, temos bons defensores, o time está muito mais compac-tado.