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Série ‘Craques das Copas’ fala nesta sexta (06) sobre o ex-jogador Ronaldo Fenômeno

Embaixador da 'Pátria de Chuteiras', o maior artilheiro da história das Copas do Mundo teve sua trajetória marcada por superações e desafios. Confira

'Ronaldinho, o Fenômeno', nome dado pela imprensa italiana

'Ronaldinho, o Fenômeno', nome dado pela imprensa italiana (Arte: Romahs)

Ronaldo Nazário, Ronaldo Fenômeno, ou simplesmente Ronaldinho. Este nome, assim como o de Pelé, é quase um sinônimo de Brasil nos quatro cantos do planeta. Embaixador da “Pátria de Chuteiras”, o maior artilheiro da história das Copas do Mundo teve sua trajetória marcada por superações e desafios.

O ponto mais alto de toda a sua carreira, o Mundial da Ásia, em 2002, veio justamente após uma série de batalhas perdidas pelo jogador. Eleito pela Fifa como o melhor do mundo em 1996 e, de novo em 1997, ele perdeu a Copa do ano seguinte, na França, numa final em que sua participação foi envolta em polêmica.

Graves contusões o tiraram do gramado em 1999 e 2000. Esta última, a mais grave delas, deixou o atacante sem jogar por mais de um ano. Desacreditada e com sua maior estrela em baixa, a Seleção Brasileira deu a volta por cima e, liderada por Ronaldo, Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho, foi campeã do Mundo pela quinta vez em 2002.

Com faro de gol mais apurado do que nunca, Ronaldo marcaria oito vezes naquele Mundial, sagrando-se campeão com o trunfo de ter carimbado as redes em todos os jogos do torneio. Com quatro gols feitos na campanha do vice-campeonato Mundial em 1998, ele só precisou de mais três tentos para superar o alemão Gerd Muller, com 14 gols em Copas, no Mundial de 2006.

Mas a relação de Ronaldo com o torneio de maior prestígio do futebol começou bem antes. Jovem promessa do Cruzeiro, brilhou em 1993, se credenciando para a Seleção então comandada por Parreira. Não foi daquela vez, porém, que ele entraria para a História dos Mundiais. Não jogou nenhum jogo, mas foi campeão do Mundo pelo Brasil aos 17 anos de idade.

Quatro anos depois, Copa da França. Ali, ele já era “Ronaldinho, o Fenômeno”, como foi batizado pela imprensa italiana. Transferido do Barcelona para a Internazionale de Milão em 1997, era uma das grandes sensações da Copa. O Brasil foi à final naquele ano, levado pelo talento do então melhor do mundo. Porém, no dia da final contra a França, um episódio fatídico deixou a Seleção, assim como o Brasil inteiro, com o coração na mão. Horas antes do jogo, a notícias que corria era que ele não jogaria a final, devido a uma convulsão que teria sofrido ainda no quarto do hotel.

No entanto, após passar por exames físicos e se dizer bem apto para entrar em campo, foi escalado para a partida. O time, porém, que mal sabia o que tinha acontecido, estava abalado. A França, que não tinha nada com isso, se aproveitou e, sob a batuta do maestro Zidane, derrotou o Brasil.

Ainda altos e baixos

Em 2002, quem surpreendeu - dessa vez positivamente - foi o próprio Ronaldo. Dois gols na final contra a Alemanha o alçaram mais uma vez ao posto de melhor do mundo. O mesmo não aconteceu em 2006. Acima do peso, não fez uma campanha satisfatória, mas teve a glória de superar Gerd Muller e se tornar o maior artilheiro da história das Copas do Mundo.