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Técnico do Tubarão aposta em mais velocidade para buscar vitória na Série D do Brasileiro

O treinador Charles Guerreiro escala Flamel para deixar o Princesa do Solimões mais rápido no jogo contra o Atlético-AC, sábado à noite no estádio da Colina

Técnico Charles Guerreiro modificou a equipe para a estreia em casa

Técnico do Princesa do Solimões, Charles Guerreiro, faz apostas em jogo válido pela quarta das seis rodadas do grupo A1 da Série D do Campeonato Brasileiro (Marcio Silva)

Apostar na velocidade será a principal estratégia adotada pelo técnico do Princesa do Solimões, Charles Guerreiro, para o embate contra o Atlético Acreano, no sábado, em jogo válido pela quarta das seis rodadas do grupo A1 da Série D do Campeonato Brasileiro.

O meia Renato Medeiros, que começou como titular nas partidas contra Genus e Rio Branco, sentiu dores no treino e não deve jogar. Porém, o treinador do Tubarão garantiu que a opção teve mais relação com sua proposta de jogo do que com os fatores físicos.

“Flamel é mais rápido que o Renato. Mesmo que ele estivesse bom ficaria fora desse jogo. Temos que colocar velocidade para cima do Atlético Acreano. Não é porque tem o Somália que toda hora vai ficar alçando a bola na área ”, declarou Guerrero.

Flamel, cujo apelido lembra o famoso alquimista francês, é quem deve, com a licença da analogia, balancear a química do meio campo. Jogador rápido e habilidoso, ele equilibra o meio campo ao lado do camisa 10, Michel Parintins, o cerebral organizador tático do Princesa.

O jogador, contratado em julho pelo Princesa, já atuou por vários clubes do futebol paraense e até uma passagem relâmpago pelo Flamengo, em 2009, quando assinou um contrato apenas por um curto período, mas não foi aproveitado.

Além de Renato Medeiros, outros dois jogadores preocupam a comissão técnica do Princesa para a partida contra o Atlético-AC: Rondinelli e Edinho Canutama. O lateral esquerdo Gelvane segue sem condições de jogar e deve ser substituído por Clayton He-man, que jogará improvisado na ala esquerda, como na última partida, contra o Genus.

Já Rondinelli e Canutama esperarão pelo dia de hoje para serem confirmados na equipe titular. O primeiro, que sentiu dores antes do treino e não participou das atividades de ontem, foi substituído por Delrick no coletivo de ontem. O segundo, que entrou muito bem no último jogo, saiu no meio do treino de ontem com dores no tornozelo direito, mas pode estar apto para entrar no segundo tempo da partida de sábado.

Com um derrota, um empate e uma vitória na competição, o Princesa luta para atingir os sete pontos e brigar pelo primeiro lugar na classificação do grupo A1. O Atlético-AC tem campanha semelhante, assim como o Santos-AP, ambos com quatro pontos, perdendo para o Princesa apenas nos critérios de desempate.

‘Vim aqui para fazer história’

O centroavante Somália, com 37 anos e passagem por grandes clubes do futebol brasileiro e até fora do País, disse acreditar que a experiência é um fator decisivo para alcançar a classificação e chegar mais perto do sonho do acesso à Série C do Campeonato Brasileiro, pois fortalece principalmente o aspecto emocional do time, tão importante em grandes competições como o Campeonato Brasileiro.

“Emocionalmente, é muito importante”, diz ele, que foi alvo da pressão - que ele diz não ter sentido - da torcida, que cobrou atuações mais contundentes da mais importante contratação do Princesa para o desafio da Série D. Nos dois primeiros jogos do campeonato, o atacante não marcou, mas no último, deixou o seu e tirou das costas o peso de um jejum que começava a incomodar.

“Todos os clubes em que você chega, é pressionado de alguma forma”, acredita o jogador, que fala sobre a confiança da equipe, com a qual já demonstra maior entendimento dentro e fora de campo. “O time está mais entrosado, mais confiante, então isso ajuda bastante, agora é procurar dar sequência dentro de casa”, declarou o jogador, que compartilha com os amazonenses o sonho de um acesso à Série C em 2014.

“Eu vim pra cá com esse entusiasmo. O nosso projeto é o acesso. Vim aqui pra fazer história”, concluiu Somália.