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‘Temos que ter inteligência’, diz atacante da Seleção Brasileira em entrevista exclusiva ao A Crítica

Aos 21 anos, o atacante do Shakhtar Donetsk e da Seleção Brasileira, Bernard, traça os caminhos para o Brasil conquitar o hexacampeonato na Copa do Mundo 2014

Bernard é atacante do Shakhtar Donetsk e da Seleção Brasileira

Bernard é atacante do Shakhtar Donetsk e da Seleção Brasileira (Bruno Kelly)

Ele despontou para o futebol vestindo a camisa do Atlético-MG, onde conquistou o título mais importante da história do clube: a Libertadores da América do ano passado. Fazendo um ataque mortal com Ronaldinho Gaúcho, Jô e Diego Tardelli, Bernard encantou os fãs do futebol arte com habilidade e rapidez, que até lhe rendeu um apelido dado por Felipão: “Alegria nas pernas”. Agora, o mineirinho que no ano passado se transferiu para o Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, vai voltar para casa, onde a Seleção Brasileira enfrenta o Chile pelas oitavas de final da Copa do Mundo. Antes disso, ainda em Brasília, o atacante da Seleção Brasileira concedeu uma entrevista exclusiva ao CRAQUE onde falou sobre que ele pensa do Chile, a tensão que antecede o confronto, bem como o que representa ter essa partida disputada em Belo Horizonte, sua terra natal.

Bernard, o Felipão disse que o Chile era o adversário a ser evitado. Que análise você faz do Chile? É esse bicho papão todo?

Vem demonstrando isso, né? É uma seleção muito forte. Até mesmo dentro dessa chave tão difícil que eles pegaram, eles demonstraram isso.

Então a gente vai pegar tudo (de informação) que a gente pode do Chile, para que a gente não possa ser surpreendido. A gente sabe que contra seleções sul-americanas são sempre jogos difíceis. Eles crescem contra a gente. Então é esperar e trabalhar firme para que a gente possa conseguir o nosso maior objetivo que é a classificação.

Dos jogos que você assistiu nesta primeira fase da Copa do Mundo, qual a seleção que, na tua opinião, mostrou o melhor futebol, que você possa dizer “essa é mais difícil de enfrentar”?

Sempre a próxima (risos). Falo que o jogo difícil é sempre o próximo. Mas a gente viu várias seleções mostrando um futebol muito grande. Holanda, Alemanha, o próprio Chile demonstrou um futebol muito bom. Então não têm seleções mais ou menos agora, em uma situação de oitavas de final. Temos que ter sabedoria e inteligência e mostrar um bom futebol, como fizemos contra Camarões.

Que seleção você sonharia em enfrentar em uma final no Maracanã?

Isso a gente não pode escolher. Adversário a gente não escolhe. A gente tem que ir buscando primeiramente fazer os nossos objetivos que é classificar. E, a partir dessa classificação, a gente vai vendo os nossos adversários e vai se preparando para cada um deles.

E agora no que diz respeito ao nível de ansiedade, Bernard. A Seleção Brasileira chegou num mata-mata, a gente sabe que uma partida ruim, um erro pode custar a eliminação do time. Como controlar a ansiedade, a tensão?

Às vezes são só 90 minutos para resolver, né? Às vezes um meio a zero já resolve. A gente sabe que é um período em que não pode haver erro.

Um torneio como a Copa do Mundo não é fácil para ninguém. Nem para o Brasil que é mandante, nem para qualquer outra equipe sendo sul-americana ou europeia. A gente tem que estar concentrado o tempo todo sabendo que as seleções (rivais) tem o nosso mesmo objetivo (ganhar a Copa).

Estamos vendo um bom desempenho dos times sul-americanos nesta Copa e os europeus reclamam muito do calor. Você que joga na Ucrânia, acha mesmo que o clima atrapalha tanto assim as seleções europeias?

Acho que o clima favorece sim as seleções sul-americanas. Eu jogo na Europa e a gente sabe que o calor de lá é diferente do calor daqui. Às vezes pode ser isso e a adaptação para as equipes sul-americanas é melhor.

O próximo jogo é em Minas Gerais sua casa. Pode pintar Bernard no Mineirão?

Isso é com o Felipão, mas se tiver oportunidade tenho certeza que vai ser muito bom.