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Arena da Amazônia ainda não tem data para ser 100% concluída

A Construtora Andrade Gutierrez tinha adotada o dia 25 abril como data-limite para entregar a obra, no entanto a Unidade Gestora da Copa não confirmou a conclusão

Contratos no valor global de R$ 8,6 milhões financiam obras de acessibilidade e de sinalização em pontos turísticos como a Arena da Amazônia

A entrega do estádio não terá nenhuma cerimônia oficial, diz a UGPJ (Bruno Kelly)

Depois de quatro anos e mais de R$ 600 milhões reais de investimento público, a Arena da Amazônia Vivaldo Lima ainda não tem data oficial para ser entregue com 100% das obras concluída. Embora a Construtora Andrade Gutierrez tenha adotada o dia 25 abril como data-limite para entregar a obra, a própria Unidade Gestora da Copa não confirmou a conclusão.

Inaugurada em 9 de março, no jogo entre Nacional e Remo-PA pela Copa Verde, com cerca de 97% do estádio pronto, uma das arenas considerados mais bonitas da Copa do Mundo 2014 só tem data para passar às mãos da Fifa: o dia 22 de maio.

“O pessoal da Andrade Gutierrez nos disse que dá para entregar a Arena no dia 25 de abril. Antes disso deve corrigir algumas coisas que foram observadas nos eventos-testes anteriores”, declarou o coordenador da Unidade Gestora da Copa, Miguel Capobiango.

O novo “Colosso do Norte” recebe oito seleções em quatro jogos da fase de grupos da Copa do Mundo: no dia 14 de junho, o clássico do futebol mundial Inglaterra x Itália; Camarões e Croácia duelam no dia 18 de junho; Estados Unidos e Portugal se enfrentam no dia 22; e Honduras e Suíça jogam em partida marcada para 25 de junho.

Á mineira

A entrega do estádio concluído, segundo a UGP, não deverá nenhuma cerimônia oficial. Antes disso, a própria UGP pretende reorganizar alguns detalhes dentro do estádio.

Estruturas temporárias

Problema em cinco das 12 cidades-sede da Copa, as chamadas estruturas temporárias, que servem de apoio operacional durante o Mundial, abrigando espaços de atendimento aos torcedores, credenciamento de imprensa, estacionamento e centros de mídia, não deve causar maiores preocupações para os organizadores do mais aguardado evento esportivo do mundo em Manaus. Isso porque a UGP deve utilizar espaços já construídos, como a Vila Olímpica (cuja pista de kart deve servir de estacionamento para veículos de staff), a Arena Amadeu Teixeira e o Sambódromo, garante Capobiango.

Fifa e COL visitam Arena

Uma comitiva de 65 técnicos da Fifa e do Comitê Organizador Local (COL) realizou ontem a quinta e última inspeção técnica à Arena da Amazônia Vivaldo Lima antes dos jogos do Mundial em junho. O objetivo da visita, que é feita em todas as cidades-sede, é avaliar o planejamento da operação do estádio para os dias de jogos da Copa.

A avaliação inclui 18 áreas técnicas, tais como segurança, transporte, marketing e mídia. De acordo com o coordenador da Unidade Gestora do Projeto Copa (UGP-Copa), Miguel Capobiango, a visita conclui o ciclo de inspeções relacionadas às fases da obra. “Tudo que precisava ser alterado ou redefinido nós o fizemos no início da obra, agora é só confirmar se tudo ocorreu como planejado dentro dos prazos”, disse.

A Arena da Amazônia está 98,73% concluída. No próximo dia 3 de abril será realizado o terceiro evento teste, entre Vasco da Gama x Resende (RJ), pela Copa do Brasil, com público de 40 mil pessoas, superando a quantidade de torcedores dos dois primeiros jogos realizados no estádio. “Teremos uma nova chance de testar a operacionalidade da Arena, desta vez numa quinta-feira, dia em que a cidade estará funcionando normalmente”, comentou Capobiango.

Itaquerão estressa Valcke

Foi pouco produtivo o primeiro dia de reuniões do secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, em sua nova visita ao Rio, onde está para, entre outras coisas, resolver algumas pendências do Itaquerão. O dirigente francês teve ontem um encontro reservado com Andrés Sanchez, responsável pelas obras do estádio do Corinthians em São Paulo, e não conseguiu estabelecer um plano de ação para a instalação das estruturas temporárias da arena que receberá a abertura da Copa do Mundo.

Valcke, que espera ter nesta terça-feira um novo contato com Andrés Sanchez, disse que até quinta, dia de sua volta à Europa, haverá uma solução para o caso. O dirigente está preocupado com o prazo escasso para a instalação de equipamentos eletrônicos e de tecnologia de informação, a montagem de tendas para a imprensa e os voluntários, a conclusão da área de hospitalidade e a colocação de aparelhos de raio X no estádio, entre outras exigências da Fifa.

O orçamento dessas estruturas temporárias era inicialmente de R$ 42 milhões. Hoje, o valor pode chegar a R$$ 60 milhões. O Corinthians já se comprometeu a arcar com os custos, mas protela o início das obras porque está em busca de parceiros que possam assumir parte das despesas.