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Garantido encerra Festival de Parintins 2014 explorando a fé africana presente no Brasil

Internauta, venha se encantar com um dos mais belos festivais folclóricos do Brasil, por meio de imagens, vídeos e textos, atualizados constantemente pelas equipes presentes no Bumbódromo do município amazonense. Atualize a página quando quiser para mais informações! Interatividade também estará presente no nosso Facebook (Portal A Crítica), Twitter (@acritica) e Instagram (@portalacritica)

Garantido encerra 49º Festival de Parintins

Garantido encerra 49º Festival de Parintins (Euzivaldo Queiroz)

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Tem início a Apoteose (Organização do Conjunto Folclórico, item de número 21) - o encontro final de todos os itens na arena, marcando o fim do espetáculo. A celebração, no entanto, ainda é grande no Bumbódromo.

"Escuta amo contrário, eu não consigo entender. Vive jogando xaveco, mas não consegue vencer. Ele é o sétimo amo, que eu vou botar pra correr", versa o amo Tony Medeiros, que aproveita para se despedir. 

A alegoria já foi retirada da arena, e o tempo estrapolado chega perto de 17 minutos.

É O PAJÉ DOS PAJÉS! De dentro da alegoria, o pajé André Nascimento desce num trilho até a frente da Batucada, soltando faíscas num efeito pirotécnico impressionante.

Com o relógico contndo 2 horas e 4 minutos, mais dois módulos se encaixam na alegoria. Ela ocupa mais da metade da arena e surpreende pela complexidade.

Cinco carros alegóricos se juntam para formar um só - uma figura demoníaca retratada, porém, está sem cabeça, provavelmente resultado do forte temporal que castigou o município de Parintins no fim início da noite. 

Faltam menos de 4 minutos para o prazo-limite estabelecido em acordo entre as duas agremiações folclóricas, mas uma nova alegoria é montada no centro da arena e Sebastião Júnior continua levantando suas toadas, acompanhado por Israel Paulain. É o Ritual Indígena "Ritual de cura do povo Gavião Ikolen".

O relógio marca 1 hora e 50 minutos de apresentação, e o Garantido faz seu último ato nesta noite: Sebastião Júnior (item 2) batuca enquanto canta a toada que concorre ao item 12, Toada, Letra e Música.

Ao som da canção-tema deste ano, "Celebração de Fé", o Pajé (item de número 12) entrou na arena e surprendeu com uma "bruxaria", que fez surgir alto uma chama intensa e vermelha.

Houve um problema na saída da alegoria da arena, que emperrou e quase não saiu do lugar. Porém, o problema foi logo resolvido. Grupos de brincantes tomaram o lugar no Bumbódromo.

O amo do boi volta a destilar seu veneno: "O levantador do contrário, com aquela cara de amigo, cantou por mais de dez anos no boi-bumbá Garantido. Sebastião assumiu, e ele foi esquecido".

Dos céus, desceu Tatiane Barros, a cunhã-poranga do Garantido, simbolizando a índia mais bonita da aldeia (item 9). Tatiane é outra que faz sua despedida da arena nesta edição do Festival.

Uma nova alegoria é montada no centro da arena, com uma verdadeira boiada de Garantidos em cima representando o caboclo vaqueiro da baixa. O vaqueiro é o item de número 15, Figura Típica Regional.

A organização do conjunto folclórico, que representa o item de número 20, inova na arena e faz uma bela coreográfia, dividia em três blocos. Acrobacias também fazem parte do espetáculo apresentado.


Amo Tony Medeiros volta para mais uma voltada: "Contrário, escuta contrário, procura um amo capaz. Para me enfrentar esse ano, mandaram esse rapaz. Não serve nem pra ser fraco, porque é fraco demais", critica.

Rainha do Folclore ganha a arena! De verde e branco, Patricia de Góes evolui numa arena já seca. Ela é um dos itens que se despede nesta edição do Festival, após uma década no bumbá do coração vermelho.


Surge no ponto mais alto da alegoria - a Lenda Amazônica "Flor das Águas" (item 17) - o levantador de toadas Sebastião Júnior, com um belo efeito pirotécnico. Dentro de uma estrutura metálica redonda, "Sabá" é levado ao topo da alegoria e, junto com a convidada Márcia Siqueira, canta e emociona.

A evolução da alegoria não sai da forma como planejado, mas depois de um tempo volta ao normal e duas criaturas místicas surgem ao alto. Enquanto isso, exaltada por Israel Paulain, a galera é ensurrecedora no Bumbódromo e fornece um show à parte.


O amo do boi volta para sua segunda apresentação e provoca: "O pai mais novo que a filha, só se esse mundo acabar. Presta atenção na história, do auto do boi-bumbá. Amo é o dono do boi e também o pai da sinhá. Se a sinhazinha é mais velha, ela que vai lhe criar", canta, arrancando gritos da galera.


Representando os líderes e conselheiros indígenas, os Tuxauas são recebidos por um bailarino e ocupam toda a extensão da arena do Bumbódromo. Os cocares gigantescos repreentam a cultura afro-indígena-brasileira.

A primeira alegoria da noite já está aos fundos da arena. De dentro, saiem os Tuxauas (item 14), com adornos alegóricos gigantes - os maiores vistos nesta edição do festival. Eles esperam o fim da apresentação da vaqueirada para iniciarem suas evoluções.


O boi-bumbá de pano, item de número de 10, entrou a pé na arena e logo evoluiu, rodeado pela vaqueirada (item 18). Quem dá vida ao animal é o tripa Denildo Peçanã - nascido e criado na Baixa do São José -, há 19 naos no posto.


É a vez do amo do boi Garantido (item número 6), Tony Medeiros - que defende o item desde 1996 - figurar no centro da arena nesta apresentação que encerra o Festival 2014. "Escuta amo contrário, pode falar o que quiser. Mas tu estavas há pouco com salto alto no pé, e uma roupa brilhosa de quem tá no cabaret", provoca.

Já a porta-estandarte Verena Ferreira desce suspensa no ar numa alegoria que representa o Brasil com um coração vazado no meio. Ela chega na arena por meio de uma rampa e já faz a festa


Sebastião Júnior, o levantador de toadas (ktem 2), emociona o público: "Eu sou da Baixa, sou perrexé. Eu sou a garra, sou a força de São José. Sou Garantido, eu tenho a alma vermelha!".

A Sinhazinha da Fazenda, vivida por Ana Luisa Faria, também já está na arena!


"Miscigenação, canção-tema de 2011, exalta a cultura ameríndia-africana e é responsável por receber os primeiros brincantes na arena, seguidos pela primeira alegoria. A galera (item 19) faz bonito.

Israel Paulain, o apresentador oficial do bumbá (item de número 1) entra na arena ao som da toada "Templo de Cabanagem", de 1998, e é seguido pela Batucada. (item 2) A canção aborda os tempos de escravidão e dá o tom do que será a apresentação.

Neto Santana, o animador oficial do Garantido, já está na arena e empolga a galera encarnada, que se mostra energética.

Lembrando que, devido à forte chuva que assolou o município de Parintins pouco antes do início previsto, a apresentação durará apenas duas horas (30 minutos a menos do que o habitual) e não contará pontos.

A proposta será representar os segmentos culturais e religiosos que fazem parte do País, tendo a arena do Bumbódromo como palco. “ uma noite em que se falará muito das origens mais fortes do Brasil, que é a origem negra, a qual nos trouxe uma identidade forte na comida, na religião e na dança.

Para o fechamento da maior festa folclórica do Norte do País neste ano, o subtema explorado pelo boi-bumbá Garantiso será “Brasil de Muita Fé”. Na apresentação, o campeão do centenário homenagaeará o negro, fundamental na formação da cultura brasileira.

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