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Empresa indiana lança Mahindra Pik Up Cabine Simples

O veículo foi lançado pela empresa de automóveis com unidade fabril no Polo Industrial de Manaus e foi testado por jornalistas especializados em carros do site IG

Na avaliação geral dos jornalistas que escrevem sobre carros do site IG, está faltando a Mahindra aparecer

Na avaliação geral dos jornalistas que escrevem sobre carros do site IG, está faltando a Mahindra aparecer (Divulgação)

A Mahindra, empresa indiana de automóveis com unidade fabril no Polo Industrial de Manaus, lançou o Mahindra Pik Up Cabine Simples, o qual foi testado esta semana por jornalistas especializados em carros do site IG.

Destinado ao cliente que desenvolve atividades no campo, à primeira vista, ainda mais com caçamba de madeira, o Mahindra Pik Up parece um caminhão pequeno. O veículo é alto (1,86 metros) e comprido (5,05 m), o motor faz barulho e o aspecto geral do veículo “transpira” robustez (e quase nada de beleza).

Mas conforme a legislação veicular mais recente e as medidas da Pik Up, o modelo é um VUC (Veículo Urbano Comercial), o que o libera de rodar no centro urbano de cidades com restrições para caminhões. Com essa regra, a cidade começou a atrair os Mahindra.

Além de carregar carga pesada na fazenda – a caçamba Pik Up aguenta até 1.430 kg –, o utilitário indiano na cidade pode ser usado para fazer entregas, trabalhar em pequenas obras e servir até de ambulância.

Em vez da carreta de madeira, como a usada no modelo avaliado, é possível optar por diferentes implementos, como baú ou câmara refrigerada. Essas partes, porém, não são oferecidas pela marca, mas sim por fornecedores do ramo que trabalham em parceria com a montadora.

Impressões ao dirigir

O Mahindra Pik Up (aliás, o nome é assim mesmo, e não “Pick Up”), é um VUC nas proporções, mas um caminhão na condução. Tem direção hidráulica, mas mesmo assim o volante é pesado, e o câmbio manual, com um longa alavanca, exige engates fortes. Contudo, qualquer mototorista pode dirigi-lo como se fosse um “mini-camioneiro”.

O projeto indiano é impulsionado por um motor austríaco, da AVL. O bloco é um 2.2 turbodiesel de 120 cv a 4.000 rpm e 29,5 kgfm de torque a partir de 1.600 rpm. Forte o suficiente para carregar quase quatro toneladas, somando o peso do veículo (1.720 kg) e sua carga máxima. Além disso, é propulsor que foi feito para durar, algo em torno de 500 mil quilômetros.

Carro médio

Com a caçamba vazia, a Pik Up é tão forte quanto um carro médio com motor 2.0. Tem boas saídas, e as duas primeiras marchas mais curtas facilitam as saídas, embora sejam ruins no trânsito pesado. Ao todo, a transmissão tem cinco marchas, além do sistema de tração 4x4 com modo de redução. Já com algum peso, o VUC indiano mantém a força, mas perde em agilidade.

O conforto a bordo é bom. Os bancos são largos e têm encosto alto, ideiais para que dirige o dia todo, e o espaço na cabine, mesmo na versão simples, é amplo. O espaço no console é tão largo que caberia até um terceiro banco na fileira da frente.

Embora concorra com veículos de marcas tradicionais, como as versões comerciais das picapes Chevrolet S-10 e Toyota Hilux , a Mahindra afirma que seus principais concorrentes são os caminhões urbanos Kia Bongo e Hyundai HR. Esses veículos custam praticamente o mesmo que o Mahindra (a partir de R$ 62 mil, mas levam menos carga, não têm tração 4x4 (HR) e não são tão valentes como a Pik Up da empresa indiana.