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Adail Pinheiro vai a julgamento no TSE

Adail Pinheiro recebeu mais de 22 mil votos mas foi barrado pelo TRE-AM

Adail Pinheiro teve registro de candidatura negado pelo TRE-AM nas eleições de 2010 porque foi classificado como ficha-suja

Adail Pinheiro teve registro de candidatura negado pelo TRE-AM nas eleições de 2010 porque foi classificado como ficha-suja (Márcio Silva)

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) colocou em pauta de julgamento o registro de candidatura do prefeito cassado de Coari, Adail Pinheiro (PRB). Adail concorreu no último pleito ao cargo de deputado estadual e recebeu 22.041 votos, os quais não entraram na contagem oficial porque ele foi barrado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM), com base na Lei Complementar nº 135, conhecida como Lei da Ficha Limpa.

Segundo o Diário Eletrônico do TSE, o processo pode ser levado a Corte do tribunal a partir de 48h após a publicação que ocorreu nesta quarta-feira (9).

O parecer da Procuradoria Regional da República é favorável a manutenção de Adail Pinheiro como “ficha suja”. O processo não chegou a ter decisão monocrática e tem como relator o ministro Marco Aurélio.

Adail Pinheiro foi condenado à inelegibilidade de três anos pelo TRE-AM por abuso do poder econômico. Em 2008, ano de eleições municipais, Adail, ainda como prefeito de Coari, distribuiu prêmios no Dias das Mães para eleger o sucessor, Rodrigo Alves. A decisão do TRE-AM também cassou o mandato de Rodrigo Alves. Pinheiro também responde a vários processos e foi apontado como um dos líderes da quadrilha desbaratada pela Polícia Federal na “Operação Vorax”. Entre os processos de Pinheiro está o de pedofilia pelo qual foi preso em 2009.

Outras “fichas sujas”
Também enquadrados na Lei do Ficha Limpa, o deputado estadual cassado Nelson Azedo (PMDB), Wilson Lisboa (PC do B) aguardam julgamento do pleno do TSE. A votação de Lisboa, que recebeu mais de 18 mil votos, pode alterar o quadro da ALE. Azedo já conseguiu uma liminar no TSE que garantiu a diplomação dele como segundo suplente.

Walzenir Falcão teve o indeferimento do registro mantido pelo TSE e já recorreu ao STF.