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Industriário sai de casa para vender perfume e é morto a tiros, na Zona Norte de Manaus

Três homens em um veículo executaram os disparos, segundo testemunhas. Mãe diz que filho recebeu ligação de cliente não identificado, porém ninguém foi preso

O industriário Railson da Silva Almeida,  26, foi executado com quatro tiros na cabeça

O industriário Railson da Silva Almeida, 26, foi executado com quatro tiros na cabeça (Divulgação)

O industriário Railson da Silva Almeida, 26, foi executado com quatro tiros na cabeça, na esquina das ruas São Feliciano com rua São Irineu, bairro Monte das Oliveiras, Zona Norte, na noite de domingo (18). Segundo a polícia, a vítima aguardava uma pessoa que compraria dele um perfume.

Segundo relatos da mãe da vítima, a autônoma Raimunda Maia, 52, o filho tinha chegado a pouco tempo do trabalho e recebeu uma ligação de alguém que queria comprar um perfume. "Ele disse até que ia fazer um desconto, o perfume que custava R$ 30 ele ia vender por R$ 25, só não sei quem foi que ligou, tínhamos uma relação bem próxima, ele não estava sendo ameaçado, não era envolvido com drogas, a única coisa que ele fazia era beber nos fins de semana", relatou a mãe. 

Railson saiu de casa e ficou esperando o suposto comprador em frente a um bar, e segundo relatos de pessoas que presenciaram o crime, a vítima foi abordada por três homens armados que chegaram em um veículo modelo Volkswagen Voyage, de cor preta, com a numeração das placas escondidas com adesivo e em seguida efetuaram vários disparos, muitos para espantar quem estava no local e outros quatro na cabeça do industriário.

Os suspeitos fugiram logo em seguida. A família não sabe o que motivou o crime, já que o industriário que morava há 16 anos no bairro era querido por todos. Segundo a família, Railson vendia perfumes para aumentar a renda, ele e a mãe programavam ornamentar a rua para a Copa do Mundo. “Planos frustrados, estávamos com tantas ideias, ele sempre foi meu parceiro em tudo o que fiz”, lamentou a mãe.

A família conta que na rua há câmeras de segurança em alguns comércios o que pode ajudar nas investigações. “Queremos que a polícia faça tudo o que puder para prender esses criminosos, queremos Justiça, quem fez isso com meu filho não pode ficar impune”, pediu dona Raimunda.

O crime foi registrado pela família no 15º Distrito Integrado de Polícia (DIP), bairro Nova Cidade, e em seguida foi repassado a Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), que deve seguir com as investigações. Até a publicação desta matéria, a autoria do homicídio ainda era desconhecida, e nenhum suspeito tinha sido preso.

*Com informações da repórter Jaíze Alencar