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Mototaxista é morto a tiros enquanto trabalhava no bairro Zumbi, Zona Leste de Manaus

Maciel Oliveira foi socorrido e levado ao Hospital e Pronto Socorro João Lúcio, mas não resistiu e morreu

Mototaxista foi atingido nas costas enquanto estava sentado em uma calçada do bairro

Mototaxista foi atingido nas costas enquanto estava sentado em uma calçada do bairro (Vinicius Leal)

De costas e sentado na calçada, o mototaxista Maciel Cavalcante de Oliveira, 29, estava à espera de mais um cliente para uma corrida na esquina onde trabalhava, no Zumbi 1, Zona Leste, quando foi surpreendido por dois homens em uma moto, que atiraram várias vezes contra ele e fugiram. Maciel foi atingido com um tiro na nuca, um na bacia e dois no peito.

O crime aconteceu por volta das 15h de quinta-feira, na rua Padre Edson, Zumbi 1. Maciel foi socorrido e levado ao Hospital e Pronto Socorro João Lúcio, mas não resistiu e morreu. “Foi tudo muito inesperado. Quando fomos correr para ver, ele já estava morto e os caras fugiram por aqui rápido na moto”, contou uma funcionária de um mercadinho da rua Padre Edson.

Maciel era morador do bairro e o velório dele aconteceu na rua Dr. Ademar. “Ele muito conhecido. Há nove anos, quando vim para cá, ele já morava aqui e nunca se meteu em desavença. Mas ele era de andar em festa, com bebida. A gente não sabe se por aí ele arranjava confusão, né?”, contou uma moradora do bairro de 19 anos.

“Ele vivia aí na frente. Eu só ouvi o barulho, eu estava aqui dentro. Quando fui lá fora ver, ainda vi os caras atirando. Aí eu corri pra dentro para me proteger. Um dos tiros ainda pegou de raspão na perna de um moleque”, contou um funcionário de um açougue, de 19 anos, que não quis se identificar.

Segundo testemunhas do crime, o motoqueiro da frente estava usando um capacete e o garupa estava sem. “Foi uma moto preta 300, mas ninguém conseguiu anotar a placa”, disse o irmão de Maciel, de 34 anos. Segundo ele, a vítima era uma pessoa alegre e trabalhadora e aparentemente não tinha desentendimentos e nem era envolvido em crimes ou tráfico de drogas.

O nome de Maciel não aparece com registros no site do Tribunal de Justiça do Amazonas. A morte dele foi registrada no 25º Distrito Integrado de Polícia (DIP) e o caso será investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS).