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Mototaxista é executado por homens encapuzados na Zona Norte de Manaus

Dois homens encapuzados de máscara balaclava teriam invadido o pátio da casa, efetuado os disparos e fugido em um carro Fiat Linea de cor prata e insulfim

O mototaxista Cleuton Almeida era conhecido por seu bom humor

O mototaxista Cleuton Almeida era conhecido por seu bom humor (Lucas Silva)

O mototaxista Cleuton Almeida da Silva, 20, foi morto no final da tarde de quarta-feira (12) com seis tiros no rosto quando chegava em casa de moto com esposa, na rua N. S. Aparecida, bairro Cidade de Deus, Zona Norte de Manaus. Dois homens encapuzados de máscara balaclava teriam invadido o pátio da casa, efetuado os disparos e fugido em um carro Fiat Linea de cor prata e insulfim.

Família e amigos estiveram no velório nesta manhã (13), em uma igreja no bairro Cidade de Deus, e disseram que a vítima não era envolvida em crimes ou desavenças. "Todo mundo aqui está surpreso. O cara não mexia com ninguém, não mexia com tráfico. Ele vivia na palhaçada, era brincalhão", contou o irmão de Cleuton, que preferiu não revelar o nome.

Cleuton morava com a esposa, enteado, mãe e irmãos. Conforme vizinhos, o Linea prata já estava rondando a casa e seguia Cleuton há um tempo. "O carro já rodava por lá a uns dois ou três dias. Ele tinha chegado com compras com a esposa. Disseram 'não foge, não foge' e atiraram. Ele ainda botou a mão no rosto", contou um morador que não quis se identificar.

"Ele chegou na moto e esse carro veio atrás, desceu a rua e deu a volta lá embaixo. A mulher já tinha entrado em casa e dois homens saíram do carro usando máscara e com uma luva de silicone, invadiram a garagem e atiraram seis vezes. Não se tinha mais gente dentro do carro porque tinha o insulfilm", contou um garoto que estava na rua e testemunhou o crime.

A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) investiga o caso. No site do Tribunal de Justiça, Cleuton é citado como réu em um processo pelo crime de roubo de 2012.