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Queda de avião, em aeroporto do AM, deixa sete vítimas fatais

Aeronave modelo Sêneca pertenceria a empresa Amazonaves Táxi Aéreo, cujo dono, Antônio Picão Neto, se encontrava no voo, juntamente com os familiares, a caminho de Santarém (PA)

  • Equipes dos Bombeiros, IML e da Perícia Técnica resgatam corpos e removem destroços do local do acidente
    FOTO: Antônio Lima
  • O avião decolava com destino a Santarém (PA)
    FOTO: Márcio Melo
  • Avião caiu ao decolar do Aeroporto Eduardo Gomes em Manaus
    FOTO: Ney Mendes

Uma aeronave bimotor, modelo Seneca, prefixo PT-EFS, da empresa Amazonaves Táxi Aereo caiu minutos após a decolagem, na tarde desta quinta-feira (21), na pista do aeroporto internacional Eduardo Gomes, localizado no bairro Tarumã, Zona Oeste de Manaus.

De acordo com as equipes do Corpo de Bombeiros que atenderam a ocorrência entre as vítimas fatais estão três homens, três mulheres, uma criança e o cachorro "Pimpolho".

O proprietário da Amazonaves, Antônio Picão Neto, 50, foi uma das vítimas, juntamente com a esposa, Luciana Fernandes Picão, 42; o filho Matheus Henrique Picão, 12; além de uma funcionária da empresa, Janilça Oliveira Nascimento, 35; a amiga Kelly Cidrônio.

O piloto dao avião, identificado como Waldeir Alencar da Silva, o "Mineirinho", e o pedreiro Magno Souza, também estão entre as vítimas fatais.   

A aeronave tinha como destino o município de Santarém (PA). 

O Seneca modelo EMB - 810 C, pesava 2.073 quilos, e tinha capacidade para cinco pessoas. A aeronave estava regular com o Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB).

A chegada e saída de voos no aeroporto internacional Eduardo Gomes foi suspensa por alguns instantes, sendo liberada por volta das 15h30.

Testemunho
Relatos de aeronautas, que se encontravam no aeroporto, no momento do acidente, dão conta de que a aeronave levantou voo às 14h51, mas não chegou a atingir a altura de 100 metros, caindo às 14h52.

"Talvez o vento tenha contribuído de alguma forma para a queda do avião, pois a velocidade marcada na torre, naquele momento era de 4 nós, e não oferece riscos. A partir de 6 nós a velocidade do vento oeferece perigo", salienta o aeronauta, que pediu o sigilo constitucional da fonte.