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Cosama não tem prazo para recuperação da Ponte das Lajes após acidente e moradores vão continuar sem água

Um engenheiro calculista de São Paulo chega a Manaus no início da tarde para avaliar os danos e fazer uma projeção de tempo para que se reconstrua o que foi destruído na Estação de Águas da Ponte das Lajes. A empresa responsável pelo rebocador que causou o acidente será acionada judicialmente para arcar com o prejuízo

Balsa bate em ponte da Proama e afeta abastecimento de água em Manaus

Balsa bate em ponte da Proama e afeta abastecimento de água em Manaus (Divulgação)

Em entrevista concedida na manhã desta quarta-feira (25) o presidente da Companhia de Saneamento do Amazonas (Cosama), Eraldo Beleza Câmara, informou que somente após a avaliação do engenheiro calculista nos danos causados à Estação de Tratamento de Água (ETA), localizada no Distrito Industrial II.

Até lá, ao menos quarenta e sete áreas das Zonas Norte e Leste de Manaus – abastecidas pelo Programa de Águas para Manaus, que utiliza a estrutura da Ponte das Lajes -, irão sofrer com o corte no fornecimento de água.

“O engenheiro calculista Cláudio Watanabe, que chega às 12h em Manaus, de São Paulo, vai avaliar todos os danos e projetar a recuperação desta estrutura. Nós não temos nem ideia de quanto tempo será esta paralisação. Visualmente, o pilar principal foi comprometido. Com isso, ele também comprometeu a vigara que estrutura um trecho da ponte. A própria laje também prejudicou a tubulação de 1,8 milimetros de aço por onde passa a água pura”, comentou Câmara.

Ele, no entanto, ponderou que somente a empresa que possui a concessão de distribuição da rede de abastecimentos de águas na cidade pode dizer como será feita a entrega da água no tempo de recuperação da ponte.

“Não sei como vai ser esse plano emergencial deles. Talvez eles reativem a ETA da Ponta do Ismael, que era usada anteriormente para abastecer as áreas do Proama”, concluiu.

Ainda de acordo com Câmara, a empresa responsável pelo rebocador Antônio Soares, que chocou-se contra o pilar sustentador da ponte, será acionada judicialmente pela assessoria jurídica da Cosama e pela Procuradoria Geral do Estado do Amazonas (PGE) afim de que arque com o prejuízo causado.

A assessoria da empresa Manaus Ambiental deve se pronunciar ainda nesta quarta-feira (25) sobre o plano emergencial de abastecimento durante o período de recuperação da Ponte das Lajes.


**Com informações da repórter Perla Soares