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'Zona Azul': sistema rotativo de estacionamento no Centro de Manaus avança mais um passo

Consórcio Amazônia é única empresa habilitada para operar sistema de vagas rotativas de estacionamento no Centro da capital, o chamado "Zona Azul". Em seis meses deverão ser implantadas 3,2 mil vagas de estacionamento

Projeto via, além de disciplinar o estacionamento, punir quem para em calçadas

Além de disciplinar o estacionamento, sistema deverá punir quem parar em calçadas (Clóvis Miranda)

O consórcio Amazônia, única empresa habilitada para operar o sistema de estacionamento rotativo “Zona Azul”, no Centro de Manaus, deve ser confirmado nesta quinta-feira (24) como vencedor da licitação realizada pela Prefeitura de Manaus. À meia noite terminou o prazo de cinco dias que outras empresas interessadas no sistema tiveram para contestar a habilitação do consórcio Amazônia

Até o início da noite desta quarta-feira (23) nenhuma empresa procurou o Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Trânsito (Manaustrans) para tratar do assunto, conforme apurado por A CRÍTCA. Se houver contestação, mesmo no último momento, a comissão permanente de licitação do Manaustrans terá três dias úteis para responder se acata ou não o pedido.

Se o órgão acatar, os documentos apresentados pelo consórcio Amazônia serão novamente analisados num prazo máximo de oito dias. Caso o pedido não seja acatado, a licitação seguirá para a segunda fase, que consiste na abertura das proposta de preço que serão cobrados aos condutores que estacionarem nas vagas do "Zona Azul". Os valores também serão analisados pela comissão.

Contundo, ainda na gestão do ex-prefeito Amazonino Mendes, quando foi criado o Zona Azul, o município indicou que a permanência de veículos de uma hora nas vagas do Zona Azul custaria R$ 2, sendo que o condutor só poderia ficar no local por, no máximo, duas horas. O limite foi estabelecido justamente para fazer funcionar o sistema de vagas rotativas.

A partir da definição do resultado final, o consórcio terá 180 dias para implantar 3,2 mil vagas de estacionamento rotativo em mais de 60 ruas no Centro. O primeiro lote de 2,1 mil vagas de estacionamento deverá ser implantado em 90 dias. Depois do prazo, o consórcio deve implantar mais 1,1 mil vagas em novos 90 dias, referentes ao segundo lote. Deste total, 2% são reservadas a pessoas com deficiência e 5% para idosos.

A um passo da definição

O Consórcio Amazônia passou na fase de habilitação da licitação, mas não foi definido como vencedor, uma vez que, permanece sob análise até o fim do prazo de contestação. A prefeitura divulgou a habilitação do consórcio no Diário Oficial do Município (DOM) no último dia 18, ressaltando o prazo de cinco dias úteis para contestação do resultado por outras interessadas.

Implantação atrasada há três anos

O Zona Azul foi lançado para lojistas do Centro, em março de 2012, pelo então diretor-presidente do Manaustrans, Walter Cruz. O sistema deveria ter sido licitado para implantação em dezembro do mesmo ano, mas foi adiado para janeiro e depois, em março e junho de 2012, para ajustes na licitação. O sistema só foi regulamentado em março de 2012e, e a licitação ainda foi suspensa em janeiro deste ano, até ser realizada em abril.

O projeto inicial prevê que condutores terão que adquirir um cartão magnético e comprar créditos para usá-los nas vagas de estacionamento. O cartão será inserido em uma máquina eletrônica que calculará o tempo de permanência na vaga. Sistema semelhante a esse é usado em Campo Grande (MS) e Belo Horizonte (MG).

As vagas do Zona Azul estão inseridas no quadrilátero que inclui a rua Ramos Ferreira, além das avenidas Sete de Setembro, Eduardo Ribeiro e Joaquim Nabuco, próximo ao Mercado Municipal Adolpho Lisboa, todas localizadas no Centro da capital, Zona Sul.