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Professores da Seduc receberão salário de até R$ 4 mil

Projeto de Lei aprovado pela Assembleia concede a professores, pedagogos e outros profissionais da Secretaria de Estado da Educação salários de até R$ 4.057,00 para jornada 40 horas semanais, e R$ 2.028,50, para jornada de 20 horas

A Assembleia Lesgislativa do Amazonas (ALE/AM) aprovou nesta quinta-feira (07) projeto de lei, de autoria do Poder Executivo, que concede a  professores, pedagogos e outros profissionais da Secretaria de Estado da Educação (Seduc) salários de até R$ 4.057,00 para uma jornada de trabalho de 40 horas semanais e remuneração de até R$ 2.028,50 para a jornada de 20 horas. A informação é da Diretoria de Comunicação da Casa.

Os novos vencimentos vão contemplar os profissionais que estão divididos, respectivamente, em 11 classes do magistério público, instituídas pelo governo do Estado. Os novos salários dos professores estão previstos no projeto que altera a Lei nº 2.871, de 05 de janeiro de 2004, que instituiu o Plano de Classificação de Cargos, Carreiras e Remuneração dos servidores da Seduc.

Na justificativa da mensagem aos deputados , o governador Omar Aziz (PMN) propõe ao Legislativo a inclusão de professores e pedagogos no regime de trabalho semanal de 40 horas, que passará a coexistir com o atual regime de 20 horas semanais. Além disso, argumenta que as mudanças propostas pretendem "promover adequações" no quadro de pessoal da Seduc.

O projeto de lei aprovado inclui na Lei nº 2.871/2004 os artigos 5º-A e 5º-B ao texto original. Pelas mudanças, o regime de trabalho dos professores efetivos poderá ser parcial e integral, podendo trabalhar em situações especiais para substituir profissionais impedidos de exercer a atividade temporariamente. Nesse caso, estipula a proposta, "a remuneração do professor será proporcional à carga horária trabalhada sobre o valor correspondente ao cargo em que ele se encontra na carreira".

O projeto estabelece também que o profissional não poderá acumular cargos, empregos ou outras funções públicas ao ser convocado para atividades extraordinárias. E ainda determina que a "hora-atividade deverá ser cumprida na escola", com exceção dos casos em que a Seduc justifique a ausência dos servidores.

Para viabilizar a aplicação da novo legislação também foi aprovado um projeto de lei complementar, enviado pelo governador Omar Aziz, modificando a Lei 1.778/87 (Estatuto do Magistério Público) para adequá-lo à criação do regime semanal de trabalho de 40 horas para os cargos de professor e pedagogo, integrantes da carreira do magistério.

* Com informações da Diretoria de Comunicação da ALE/AM