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Atendente de lanchonete é morto com quatro tiros enquanto preparava sanduíche

Dois pistoleiros foram à lanchonete perguntar ao chapeiro se tinha cheese-salada, quando dispararam quatro tiros em sua direção; suspeita é de acerto de contas

Lanchonete onde Iran trabalhava, no Conjunto Vilar Câmara

Lanchonete onde Iran trabalhava, no Conjunto Vilar Câmara (Winnetou Almeida)

O chapeiro Iran Costa Mesquita, 36, foi morto com quatro tiros dentro do lanche em que trabalhava, na esquina da Alameda Cosme Ferreira com rua da Pampulha, conjunto Vila Câmara, bairro Aleixo, por volta das 18h50 de terça-feira (3).

Segundo a empresária de 58 anos, que preferiu não se identificar, dois homens chegaram armados em uma motocicleta de cor escura, com capacete no braço. Um deles desceu da moto e perguntou ao chapeiro quanto custava o cheese-salada, a vítima se aproximou do balcão e antes de responder, o suspeito efetuou vários disparos e fugiu no sentido rotatória do Coroado.

O chapeiro foi atingido com quatro tiros na região do pescoço e abdômen. Ele socorrido por outros funcionários do estabelecimento e levado ao Hospital Pronto Socorro João Lúcio Machado, Zona Leste, onde não resistiu e morreu horas depois.

Local onde o chapeiro foi morte ainda tem vestígios de sangue

A empresária e dona do estabelecimento conta que Iran trabalhava há quatro meses no local. Nesse tempo, ele chegou a relatar que tinha se envolvido em uma briga com um homem em quem desferiu vários golpes de faca. O homem na época foi internado no hospital em estado grave, mas conseguiu se recuperar e receber alta. Ela acredita ainda que a morte do chapeiro tenha sido por vingança.

“É a única coisa que passa na minha cabeça, ele era uma boa pessoa, não tinha problema de ficar fumando, de usar drogas, nem nada. Ele contou que na época esfaqueou esse homem porque ele tinha tentado abusar da filha dele. Eu não sei se é verdade, foi o que ele disse”, contou a empresária.

No momento do crime tinham outras 16 pessoas na lanchonete. Alguns clientes idosos passaram mal com a ação dos suspeitos e tiveram que ser levados ao Serviço de Pronto Atendimento do Coroado para receberem atendimento médico.

O suspeito que efetuou os disparos trajava uma bermuda florida e uma camisa cinza, segundo relatos de testemunhas. A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) é responsável por investigar o caso. Até o fechamento desta edição nenhum suspeito foi preso.