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Auxiliar de produção cai dentro de máquina e tem o corpo triturado, no interior do AM

Acidente teria ocorrido no momento em que funcionário - que faleceu - retirava pedras de equipamento para cerâmica. Segundo populares, empresa continuou funcionando até a chegada das Polícias Civil e Militar

Corpo de Elson foi removido do local por volta das 22h30 dessa segunda-feira (24)

Corpo de Elson foi removido do local por volta das 22h30 dessa segunda-feira (24) (Suzana Martins/Divulgação)

O auxiliar de produção Elson Araújo Albuquerque, 29, morreu após ter parte do corpo triturado em uma esteira de produção de cerâmica no município de Iranduba (a 27 quilômetros de Manaus), na noite dessa segunda-feira (24). Segundo colegas de trabalho, Elson teria caído na máquina no momento em que retirava pedras do equipamento.

Um amigo da vítima - que pediu para não ter o nome revelado -, afirma que já trabalhou na empresa Cerâmica Miranda Corrêa, localizada na avenida Juruá, no Centro de Iranduba, e explica que há um dispositivo no equipamento que interrompe o funcionamento da esteira para permitir a entrada dos operários na máquina quando é preciso retirar algum resíduo do meio da argila.

“A hipótese mais provável é que algum operário tenha ligado a esteira sem prestar atenção que o colega estava lá dentro”, deduziu o ex-funcionário.

Populares revoltados do lado de fora da Miranda Corrêa denunciaram que os diretores da empresa tentaram, inicialmente, esconder a ocorrência. Até a própria família do operário morto só ficou sabendo do caso por intermédio de terceiros.

Ainda segundo informações passadas à reportagem, mesmo depois do acidente que vitimou Elson. a empresa continuou funcionando até a chegada das Polícias Civil e Militar. Segundo o delegado do 31º Distrito Integrado de Polícia (DIP), a empresa não irá se pronunciar sobre o assunto até a Polícia Civil abrir inquérito para investigar o caso. 

Por volta das 22h30, o carro-tumba do Instituto Médico Legal (IML) chegou ao local do acidente para fazer a remoção do corpo do operário.

A imprensa não foi autorizada a entrar na Miranda Corrêa para ouvir os diretores da indústria. Na manhã desta terça (25), a reportagem do ACRÍTICA.COM tentou entrar em contato com os representantes, porém não obteve sucesso.