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Avenida Constantino Nery tem 15 pontos fixos de retenção

A cada 400 metros o motorista pode ter que parar na via, são semáforos e faixas de pedestre que deixam o trânsito lento

Motoristas enfrentam trânsito travado por conta da grande quantidade de semáforos na avenida Constantino Nery

Motoristas enfrentam trânsito travado por conta da grande quantidade de semáforos na avenida Constantino Nery (Lucas Silva)

Uma avenida que recebe um grande fluxo de veículos e é o principal corredor viário que liga as Zonas Norte e Sul, a avenida Constantino Nery possui em toda a sua extensão, de aproximadamente 6 quilômetros, 15 pontos fixos de retenção. É como se os motoristas parassem, em média, de 400 em 400 metros, por causa do conjunto de semáforos e faixas de segurança.

Esse travamento  passou a irritar ainda mais os motoristas após o funcionamento das  plataformas do antigo sistema Expresso, rebatizado agora  de Bus Rapid System (BRS).

Para o especialista em trânsito e professor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Geraldo Alves, são poucas as possibilidades para o problema e algumas exigem grandes investimentos do poder público.

Uma delas seria a construção de passagens de nível nos cruzamentos com outras vias. Somente o cruzamento com a avenida Darcy Vargas não causa retenção por causa de semáforos. “Mas são obras de engenharia muito caras”, diz.

Outra possibilidade, segundo o especialista, seria separar o fluxo de pedestres do fluxo de carros. A medida diminuiria por exemplo, o número de faixas de segurança. Para isso, sugere a construção de passarelas. O problema, segundo Alves, é que o equipamento não é tão louvável.

“Se for com muitos degraus ou aquele modelo espiral é algo desagradável para quem vai precisar”, diz.

Sobre a sinalização com semáforos e faixas de segurança próximo as plataformas do BRS, o Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização de Trânsito (Manaustrans), justifica que “prevalece a comprovação do fluxo constante de pedestres“.

Segundo o órgão, nesses pontos há circulação e travessia constante de usuários do transporte coletivo e o conjunto de semáforos e faixas de segurança se faz necessário para proporcionar uma travessia mais segura.

O especialista em trânsito Geraldo Alves explica que o semáforo só tem vantagem quando o fluxo de pedestres é pequeno.

“O pedestre terá que ficar esperando porque aquela não é a vez dele e juntará um número maior de pedestres para atravessar . Mas quando há somente a faixa de segurança, a todo momento há pedestre pedindo passagem e isso sempre vai causar retenção”.

Os motoristas reclamam do confinamento que enfrentam, principalmente em horários de pico. A retenção causada por semáforos, em alguns pontos, muito próximos um do outro, é o problema mais citado pelos condutores.

“Num trecho você anda alguns metros e para num semáforo, anda mais um pouco e para novamente, anda mais um pouquinho e novamente está parado“. Em horário de pico”, critica o motorista profissional Armando Souza, 48.

O trecho entre a unidade da Companhia de Bebidas das Américas (Ambev) e o Centro de Convenções do Amazonas (CCA), ao lado do estádio Arena da Amazônia - Vivaldo Lima é um dos que mais irrita os motoristas.

Locais em que veículos podem parar

Plataforma BRS em frente a unidade Ambev

Plataforma BRS em frente a Arena Poliesportiva Amadeu Teixeira

Semáforo em frente a Arena da Amazônia

Semáforo em frente ao Centro de Convenções do Amazonas (CCA)

Plataforma BRS em frente a um posto BR

Plataforma BRS em frente ao Conjunto Tocantins

Faixa de segurança em frente ao Colégio Preciosíssimo Sangue

Faixa de segurança próximo do Cemetro (oposto)

Plataforma BRS em frente ao Millenium Shopping

Semáforo em frente ao Ginásio Poliesportivo Renè Monteiro

Semáforo em frente a concessionária Rivoli

Semáforo no cruzamento com a rua Pará

Semáforo embaixo do viaduto Dom Jackson Damasceno

Semáforo ao lado do Terminal 1

Semáforo na esquina com av. Leonardo Malcher