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Camelôs vão receber ajuda de custo da Prefeitura de Manaus até junho

Prefeitura quer minimizar prejuízos dos camelôs  em galerias provisórias com doações de cestas básicas e ajuda de custo

Em meio a corredores vazios, camelôs dizem estar preocupados com as poucas vendas e falta de clientes, que não procuraram o local nem no final de semana

Camelôs estão instalados em galerias provisórias, no Centro de Manaus (Márcio Silva)

Os 650 camelôs que foram retirados das avenidas Eduardo Ribeiro, Sete de Setembro e praça da Matriz, no Centro, receberão auxílio alimentação (cestas básicas), mais uma  bolsa de R$ 1 mil, além de cursos profissionalizantes custeados pela Prefeitura de Manaus, pelo menos, até junho deste ano.

A ajuda disponibilizada pela prefeitura tem o intuito de minimizar os prejuízos com a queda nas vendas que os camelôs alegam sofrer desde que foram transferidos para as galerias provisórias nas avenidas Epaminondas e Floriano Peixoto, além da rua Miranda Leão, em fevereiro.

Na prática, o auxílio alimentação é a quinta ajuda disponibilizada aos camelôs, uma vez que  a prefeitura fez um alto investimento, cujo valor não foi revelado, em uma campanha publicitária para atrair um público maior para as galerias onde os vendedores estão trabalhando atualmente. Com o mesmo intuito o município levou para as galerias postos de venda de crédito estudantil e do Cartão Cidadão do Sindicato das Empresas do Transporte Coletivo Urbano de Manaus (Sinetram), além de postos do Sistema Nacional de Emprego do Amazonas (Sine-AM).

Os camelôs estão recebendo a bolsa de R$ 1 mil e os cursos desde fevereiro, sendo que tiveram acesso à primeira cesta básica doada pela prefeitura anteontem, durante o feriado de Tiradentes. O benefício é dado exclusivamente aos camelôs que aceitaram sair das ruas do Centro com a intenção de se tornarem microempreendedores.

Com os benefícios o município espera ajudar os camelôs durante o momento de transição até que as galerias definitivas Espírito Santo, na rua Joaquim Sarmento, e dos Remédios, na rua Miranda Leão, sejam entregues na primeira quinzena de junho, conforme cronograma da obra.

Segundo a Secretaria Municipal do Centro (Semc), os prazos de entrega são os mesmos anunciados pelo prefeito Artur Neto, no dia 12 de fevereiro, quando se reuniu com mais de mil camelôs no auditório da prefeitura, na Zona Oeste.

A distribuição dos camelôs que ficarão nas galerias foi feita por sorteio no dia 15 de fevereiro, um dia depois de assinarem o termo de adesão ao projeto Galerias Populares.

No último mês, A CRÍTICA mostrou o descontentamento de alguns camelôs com a redução das vendas nas galerias provisórias, sendo que antes da transferência aceitariam correr o risco de queda nas vendas, durante quatro meses, para ter um local definitivo de trabalho.