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Comerciantes da 3ª etapa do Jorge Teixeira denunciam obras do Prourbis

De acordo com os moradores as as obras do Programa de Desenvolvimento Urbano e Inclusão Socioambiental de Manaus (Prourbis) estão sendo feitas no mesmo lugar, mais de uma vez

Obras do Prourbis interditam via e causam transtornos aos moradores da Zona Leste

Obras do Prourbis interditam via e causam transtornos aos moradores da Zona Leste (Evandro Seixas )

Pela terceira vez em quase dois meses, a rua Brigadeiro Hilário Gurjão, no bairro Jorge Teixeira, Zona Leste, teve o trecho inicial interditado, no sentido bairro-centro, segundo moradores e comerciantes do local.

Eles denunciam que as obras do Programa de Desenvolvimento Urbano e Inclusão Socioambiental de Manaus (Prourbis) estão sendo feitas no mesmo lugar, mais de uma vez.

“Quando inauguraram o conjunto de casas do outro lado da rua, no dia 24 de outubro, toda a rua foi recapeada, arrumada. Agora, já estão furando no mesmo local novamente”, disse o comerciante Ednelson Xavier Correia, dono de uma padaria no local. Segundo ele, enquanto a rua está interditada, ele tem o faturamento reduzido pela metade. “Costumo fazer de R$ 2,2 a R$ 1,8 por dia com o movimento normal. Nesses dois dias se eu vendi R$ 750 foi muito”, conta.

O comerciante alega ainda que não há um aviso sobre cronograma da obra para que os comerciantes possam se planejar.

Além da rua Brigadeiro Hilário Gurjão, três ruas perpendiculares a ela, que dão acesso ao trecho em obras, estão igualmente interditadas por maquinários e entulhos da obra. É o caso da rua Aracu. Quem denuncia é o mototaxista Alex Alves, que trabalha em um ponto próximo há sete anos. “Sem brincadeira: não entendo como quebram, arrumam e depois quebram no mesmo lugar a rua. Só este ano foi umas três vezes”, disse o mototaxista que também reclama dos prejuízos gerados pela obra.

O comerciante Edson Paulista, mora e trabalha no local. Proprietário de uma oficina mecânica de ventiladores, ele afirma que já perdeu a paciência com a obra. “Isso não termina nunca; tem algo errado”.

Segundo o arquiteto Claudemir Andrade, coordenador executivo do Prourbis, a via não foi recapeada. “Houve apenas uma reposição de asfalto para a inauguração dos primeiros apartamentos entregues em outubro. Tivemos que fazer isso porque a Oi abriu uma vala para fazer sua tubulação e não fechou”, disse. Ele ressaltou que agora o programa está abrindo outra vala, para fazer a rede de drenagem, que tem de ser em separado. O trecho deverá ser concluído amanhã.