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Defesa Civil de Manaus interdita mais uma casa no bairro da Glória por novo risco de desabamento

Seis casas de madeira, encostadas umas nas outras na beira do rio, desabaram no beco Vitória, bairro Glória, Zona Sul de Manaus, quarta-feira (27). Estruturas estavam deterioradas por conta da cheia do rio

Famílias prejudicadas receberão aluguel social de R$ 300

Famílias prejudicadas receberão aluguel social de R$ 300 (Karla Vieira/Divulgação)

Além das seis casas de madeira que desabaram na noite desta quarta-feira (27) no beco Vitória, no bairro da Glória, Zona Oeste da capital, a Defesa Civil de Manaus interditou, na manhã desta quinta (28), mais uma casa na área devido novo risco de desabamento.

Técnicos da Defesa Civil informaram que perigo ocorre por conta das estrutura das moradias, que estão encostadas umas nas outras. “Com o desabamento de uma casa, outras cinco tombaram e outra (a sétima) está comprometida. Para evitar um novo desastre, recomendamos aos moradores a evacuação do local", explicou o técnico da Defesa Civil, Edinaldo Lopes.

O desabamento, segundo os técnicos do órgão, foi resultado da deterioração da madeira. A cheia do rio Negro este ano comprometeu a estrutura das moradias.

Segundo a assessoria de imprensa da prefeitura, o atendimento no beco Vitória começou logo após o desabamento das seis casas, por volta das 23h de quarta-feira (27) com o isolamento da área por equipes do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil do Município.

Das seis casas que desabaram, três estavam ocupadas. As famílias das outras três casas já haviam deixado a área, em virtude do risco que ela apresenta.

Além da Defesa Civil de Manaus, a ação da prefeitura na área contou com servidores da Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (Semasdh), que fizeram o cadastro das famílias para que se viabilize o Aluguel Social, no valor de R$ 300, de acordo com cada caso.

A Semasdh tem o prazo de cinco dias para liberar a primeira parcela do benefício, mas técnicos da secretaria informaram que será feito um esforço para que a quantia em dinheiro seja liberada em, no máximo, três dias. As famílias já receberam cestas básicas e estão sendo atendidas por assistentes sociais do órgão.

Sem Prosamim

O local onde ocorreu o desabamento passa por intervenção de técnicos do Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus (Prosamim) que, desde o último mês de maio, começou a indenizar os moradores. A Cruz Vermelha fez doação de medicamentos para os moradores do local.

Segundo assessoria do Prosamim, as famílias atingidas pelo desabamento não estavam cadastradas no programa. De acordo com eles, tais moradores ocuparam a área após o cadastro feito pelos técnicos no final de 2008 e início de 2009, e por isso não existe previsão para pagamento de benefícios com recursos do Prosamim.

*Com informações da assessoria de imprensa