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Defesa pede que Jimmy passe por avaliação psicológica

Ele, Rodrigo de Moraes Alves e Ruan Bruno Cláudio Magalhães são acusados de planejar e executar a morte de três membros da mesma família no último dia 22, um deles pai de Jimmy

A defesa de Jimmy Robert Queiroz de Brito, 30, pediu à Justiça que ele passe por avaliação psicológica alegando que, após a reclusão, o publicitário apresentou sintomas de desequilíbrio mental. Ele, Rodrigo de Moraes Alves e Ruan Bruno Cláudio Magalhães são acusados de planejar e executar as mortes de três membros da mesma família no último dia 22, um deles pai de Jimmy.

O assassinato de Gabriela Roberto Belota, Maria Gracilene Roberto Belota (coordenadora geral de Comércio Exterior da Suframa), e de Roberval Roberto de Brito, no dia 22 de janeiro, chocou a cidade. Eles são prima, tia e pai de Jimmy.


Desde a última sexta-feira (08/02), o processo relativo aos assassinatos está disponível para pesquisa, afastando a sigilo de Justiça a pedido do Ministério Público do Estado do Amazonas (MP-AM).

O processo apronta, ainda, que além dos crimes de homicídio qualificado e formação de quadrilha um dos participantes, Rodrigo Moraes Alves, também responderá por estupro, uma vez que o exame de DNA apontou a presença de material genético dele no corpo de Gabriela Belota.

No processo, o depoimento de Jimmy aponta que ele não sabia da possibilidade de a prima, Gabriela, estar grávida, hipótese ainda não comprovada pela perícia.

A defesa de Rodrigo e Ruan Bruno pediu, na última semana, a transferência dos acusados para unidades da Polícia Militar alegando que eles vêm recebendo ameaças nos locais onde estão encarcerados. O mesmo pedido foi feito pela defesa de Jimmy dias atrás.

Eles estão, atualmente, presos em locais diferentes. Jimmy está na Unidade Prisional do Puraquequara, Ruan no Centro de Detenção Provisória e Rodrigo no Instituto Prisional Antônio Trindade.

Com informações da repórter Thea Morel, do A Crítica na TV.