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Empresária explica que bateu e arrastou carro por 50 metros porque fugia de assaltantes

De acordo com ela, minutos antes da colisão, a empresária sofreu uma tentativa de assalto e teve carro, que é blindado, alvejado seis vezes pelos assaltantes

A empresária Otília Vietas foi ameaçada e agiu em legítima defesa

A empresária Otília Vietas foi ameaçada e agiu em legítima defesa (empresária, carro, polícia)

A empresária Otília Vietas, que dirigia o carro de luxo que arrastou por mais de 50 metros um veículo Ford Fiesta, com quatros pessoas dentro, inclusive um bebê de 10 meses, no Vieiralves, na Zona Sul, na última terça-feira (2), decidiu explicar o que motivou a ação.

Ela esteve no 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP), na Praça 14, para registrar um boletim de ocorrência e falou com exclusividade à reportagem do MANAUS HOJE.

De acordo com ela, minutos antes da colisão, a empresária sofreu uma tentativa de assalto e teve carro, que é blindado, alvejado seis vezes pelos assaltantes. “Eu agi por impulso. Por sorte, o carro é blindado e tive a vida preservada”, afirmou.

Otília explicou que estava retornando para a sua empresa, na rua Pará, quando dois homens em uma motocicleta surgiram atrás dela e começaram a atirar. “Eles deram cinco tiros no meu vidro para matar mesmo. Nessas horas a gente nem lembra que o carro é blindado, então não me atentei a nada. Tentei fugir e o cara ainda atirou no meu pneu”, relatou. 

Otília disse ainda que a alternativa que encontrou para “sumir” da vista dos bandidos foi entrar em ruas transversais, quando chegou na rua Acre e se deparou com as ocupantes do Fiesta paradas na via.

“Eu buzinei várias vezes, mas elas não me deram passagem e quando olhei para trás, vi um motoqueiro do meu lado. O primeiro pensamento que veio era que  a quadrilha queria me fechar. Por isso, acelerei. Tive  medo que eles me matassem”, esclareceu. 

Apesar de toda repercussão que houve na mídia, Otília reforçou que pretende arcar com todos os danos causados às proprietárias do Fiesta e explicou que só não compareceu à delegacia antes porque estava muita abalada emocionalmente.

A empresária já foi intimida pelo 22º Distrito Integrado de Polícia (DIP) e deve prestar esclarecimento, oficialmente, na segunda-feira (8). A delegada Sylvia Laureana, responsável pelo caso, informou que,  inicialmente, a empresária deve assinar um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por lesão corporal, omissão de socorro, evasão de local de acidente e dano.