Log in

Bem-vindo Log out Alterar dados pessoais

Esqueceu a senha?

X

Qualquer dúvida click no link ao lado para contato com a Central de Atendimento ao Assinante

Esqueceu a senha?

X

Sua senha foi enviadad para o e-mail:

Estudante morre a tiros enquanto esperava conserto de moto em oficina na Zona Norte de Manaus

A vítima já estava sendo ameaçada, mas família não suspeita quem seja o autor do crime. No site do TJAM, o estudante é processado por ter agredido a pauladas a sogra dele em novembro de 2012

Gisele e outro sobrevivente seguem internados no HPS Soão Lúcio

Willian ainda foi levada ao Hospital e Pronto Socorro Platão Araújo, mas não resistiu (Winnetou Almeida)

O estudante Willian Mendonça Bonfim, 21, foi morto após ser alvejado com seis tiros no tórax, pescoço e abdômen enquanto estava em uma oficina de veículos para consertar a motocicleta dele, no conjunto Gustavo Nascimento, bairro Cidade de Deus, Zona Norte da cidade, no final da tarde de segunda-feira (12). A polícia ainda investiga o caso.

Dois assassinos chegaram na rua Curuari, no Gustavo Nascimento, por volta das 17h, em um carro Siena cor de vinho e de placas não identificadas, atiraram e depois fugiram. Willian foi socorrido e levado ao Hospital e Pronto Socorro Platão Araújo, mas não resistiu. Policiais da 13ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) foram ao local.

A irmã da vítima, que não quis se identificar, disse que Willian já estava sendo ameaçado há um tempo, mas que ninguém imagina quem tenha sido o autor do crime. Alguns parentes suspeitam que a motivação para o homicídio tenha sido inveja, já que a vítima tinha posses. Willian morava no bairro Cidade de Deus e tinha um filho de três anos.

Lesão corporal

No site do Tribunal de Justiça do Amazonas, Willian é citado em um processo por lesão corporal e ameaça contra a então sogra dele, Maria do Socorro Pereira Pacheco, em novembro de 2012. No caso, tanto Willian quanto o pai dele, Francisco Batista Façanha, teriam agredido Maria Pacheco a pauladas, no beco Vicente de Salvador, no Cidade de Deus.

A mulher disse que foi na casa de Willian buscar a filha dela, que na época era companheira do rapaz, e foi recebida a pauladas. Em defesa, pai e filho negaram as agressões e disseram que a mulher era acostumada a se embriagar e arranjar confusão na rua, e por isso tinham apanhado de populares. O processo estava em fase de denúncia por parte do Ministério Público.

*Colaborou a repórter Jaíze Alencar