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Ex-PM morre executado com quatro tiros enquanto bebia com os amigos

Marcelo Gonçalves, que trabalhava como motorista de ônibus, deixou a Polícia Militar há seis anos onde respondia a uma sindicância interna

Marcelo foi alvejado com tiros no rosto, cabeça, braço e peito

Marcelo foi alvejado com tiros no rosto, cabeça, braço e peito (Luiz Vasconcelos)

O motorista de ônibus e ex-cabo da Polícia Militar Marcelo Teixeira Gonçalves, 42, foi morto com quatro tiros na noite de terça-feira quando bebia cerveja com amigos no bairro Amazonino Mendes 2 (Mutirão), Zona Norte. Marcelo foi alvejado com tiros no rosto, cabeça, braço e peito.

O crime aconteceu na rua Genésio Cavalcante, localizada ao lado da rua onde a vítima morava, a rua Paulo Sarmento. Marcelo estava sentado na calçada com amigos quando um homem armado desceu de uma motocicleta e andou até ele. O homem efetuou os disparos e fugiu tranquilamente.

Segundo a família, Marcelo deixou a PM há seis anos e estava afastado porque respondia a uma sindicância por infração cometida durante o exercício da profissão. A família não informou qual infração. Ele tinha ido morar em Belém (PA) com a esposa, Suelen Carvalho, 29, e o filho, de 9 anos, e retornou há dois anos a Manaus.

“Ele sempre bebia na casa dos amigos e fazia churrasco aqui na frente, comprava cerveja. E não tem um mês que mataram um amigo dele, também ex-PM (Elpídio da Silva Ferreira)”, disse Suelen. Elpídio já trabalhava como mototaxista e foi executado com seis tiros no beco Campina, bairro Grande Vitória, Zona Leste, no dia 6 de fevereiro.

“Ele foi afastado da PM porque teve um problema. O processo estava rolando, mas ele não queria voltar (a ser policial) porque tinha gostado de ser motorista. Não sei se foi alguma rixa. Ele podia ter o problema que fosse, mas não falava nem para mim nem para a mãe dele”, disse Suelen.

“Eu nem imagino o que seja (motivação). Ele não se abria com a gente. Talvez seja queima de arquivo, talvez seja tenha sido feito por alguém do quartel da PM”, relatou o pai de . A família registrou o crime no 15º Distrito Integrado de Polícia (DIP) e o caso será investigado.

Pai da vítima, Alcindo Marques Pinho, de 64 anos

No site do Tribunal de Justiça do Amazonas, o nome de Marcelo aparece citado em pelo menos dois processos como réu por crime contra o Comando Geral da Polícia Militar do Amazonas.