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Ex-presidiário é morto com sete tiros no bairro Tancredo Neves, na Zona Leste de Manaus

Agrício foi surpreendido por dois homens armados em uma moto quando voltava para casa. Ele já havia sido condenado pela Justiça do Amazonas em 2008 pela morte de um homem e tinha dois crimes de tráfico na ficha

Os projéteis da arma, uma pistola PT 380, atingiram o tórax da vítima, abdômen e costas

Os projéteis da arma, uma pistola PT 380, atingiram o tórax da vítima, abdômen e costas (Erica Melo)

Agrício Fernandes de Sena, 32, foi morto com sete tiros no início da tarde desta quarta (23), na rua Andaluzia, bairro Tancredo Neves, na Zona Leste da capital. Ele é ex-presidiário e foi surpreendido por dois homens armados em uma motocicleta quando voltava para a residência dele vindo da Casa do Albergado – local onde cumpria pena em regime aberto.

Os projéteis da arma, uma pistola PT 380, atingiram o tórax da vítima, abdômen e costas. Agrício ainda correu para tentar se salvar, mas foi alcançado pelos assassinos e morreu no local. Ele trabalhava atualmente como mototaxista e teria morrido em um acerto de contas, conforme acredita a polícia. Peritos, investigadores, militares e o Instituto Médico Legal (IML) foram ao local.

Agrício passava por aquele caminho para chegar em casa, na rua Jarbas Passarinho, a poucos quarteirões dali. A mãe dele, Maria Francinete Fernandes de Sena, 49, afirmou que o filho não era uma pessoa de se envolver em confusão, mas que Agrício estava sendo ameaçado de morte por um detento não identificado do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), que fica no Km 8 da BR-174.

A vítima morava com a esposa e dois filhos. Agrício já havia sido condenado pelo crime de tráfico de drogas em 2013 e por ter assassinado, em 2008, a vítima Francisco Gomes da Silva. Em 2012, a Justiça mandou liberar Agrício pelo crime de homicídio. No site do Tribunal de Justiça do Amazonas ele é citado em mais um processo por tráfico, de 2006. A morte de Agrício será investigada pela Delegacia de Homicídios (Dehs).

*Colaborou o repórter Oswaldo Neto