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Homem morre após ser baleado por policial civil durante tentativa de arrastão a lojas na Zona Leste

O policial estava em um estabelecimento ao lado e trocou tiros com dois homens que tentavam cometer roubo. Segundo a polícia, a dupla já havia assaltado mais lojas pela Zona Leste de Manaus

Dois delegados de polícia e investigadores do Grupo Fera foram pessoalmente ao local do crime

Dois delegados de polícia e investigadores do Grupo Fera foram pessoalmente ao local do crime (Antônio Lima)

Após assaltar ao menos dois estabelecimentos comerciais na Zona Leste da cidade, Bruno Ferreira da Silva, 22, foi morto a tiros por um policial civil em frente a “Casa do Trigo”, na avenida Cosme Ferreira, no bairro São José, a poucos metros do 9º Distrito Integrado de Polícia (DIP), no início da tarde desta segunda-feira (28).

De acordo com os policiais que estavam no local, Bruno e outro comparsa chegaram em uma moto e anunciaram o assalto na Casa do Trigo, de onde pegaram uma quantia em dinheiro ainda não informada. Antes de partir para outros comércios que ficam nas proximidades, um investigador do 28º DIP, que é esposo de uma lojista, revidou com tiros e acertou os assaltantes. O policial civil também levou dois tiros de raspão.

Bruno foi alvejado com três tiros, que acertaram as costas, barriga e tórax, e morreu no local. Já o comparsa, que ainda não foi identificado, teria levado um tiro nas costas, mas ele conseguiu fugir com a renda do estabelecimento e até o fechamento desta edição, ainda não havia sido localizado.

Os delegados Pablo Geovanni e Marcos Paulo Graciano, titulares do 9º DIP e 28º DIP, respectivamente, estiveram no local para iniciar as investigações do caso. Policiais do Grupo de Força Especial de Resgate e Assalto (Fera) e da 9ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), além da Perícia, também estiveram no local.

Dois roubos

Segundo a Polícia Civil, Bruno e o comparsa teriam iniciado o arrastão no bairro Zumbi. Uma testemunha, que esteve na delegacia, informou que os dois chegaram a roubar um mercadinho, na rua Creuza Coelho, de onde levaram R$ 150 e aproximadamente R$ 300 em cartões de recarga de celular, minutos antes de Bruno ter sido morto.

A moto utilizada pela dupla também foi roubada, só que no bairro Armando Mendes.  O policial civil prestou depoimento no 9º DIP e o delegado Pablo Geovanni ressaltou que ele agiu em legítima defesa e, por isso, não será indiciado por nenhum crime.

Ficha corrida

Familiares de Bruno o reconheceram no local do crime. O pai, o pedreiro Luiz Roney Nogueira, 55, disse apenas que o filho era usuário de droga. Um vizinho também relatou que ele não era de “mexer” com ninguém. Mas de acordo com pesquisa realizada no site do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), Bruno já possuía passagens por roubo e tráfico.