Log in

Bem-vindo Log out Alterar dados pessoais

Esqueceu a senha?

X

Qualquer dúvida click no link ao lado para contato com a Central de Atendimento ao Assinante

Esqueceu a senha?

X

Sua senha foi enviadad para o e-mail:

Homem tenta entrar em presídio de Manaus com dois celulares, duas baterias e um chip no ânus

Durante uma revista de rotina para visitantes da UPP, o acusado demonstrou nervosismo e o aparelho detector de metais verificou a presença dos objetos no corpo dele

O chip era da operadora Vivo e os dois celulares das marcas Nokia e LG

O chip era da operadora Vivo e os dois celulares das marcas Nokia e LG (Divulgação)

Júlio César Soares dos Santos, 20, foi preso em flagrante na manhã deste domingo (20) tentando entrar na Unidade Prisional do Puraquequara (UPP), em Manaus, levando dois telefones celulares introduzidos no ânus.

A UPP fica localizada na estrada na comunidade Bela Vista, Zona Leste da capital. Júlio foi conduzido para o 14º Distrito Integrado de Polícia (DIP) onde foi autuado pelo crime de favorecimento ao crime.

Segundo testemunhas, por volta das 10h, durante uma revista de rotina para visitantes em que foi usado detector de metais, o acusado demonstrou nervosismo e o aparelho acusou a presença de metais no corpo dele.

Durante uma busca minuciosa nas cavidades do corpo do suspeito, foram encontrados duas baterias de celular, um chip da operadora Vivo e dois celulares, das marcas Nokia e LG. Os aparelhos estavam dentro de preservativos.

No 9º DIP, Júlio César confessou o crime e disse que estava levando os aparelhos para os internos identificados como Francisco Batista Regis Neto e “Bebéu”, e que receberia R$ 200 pelo serviço. 

Segundo funcionários da inspetoria, Júlio César está cadastrado no serviço social da cadeia como companheiro do interno Francisco Batista - que está preso na cela 708, cumprindo pena pelos crimes de porte ilegal de armas, assalto e tráfico de droga.

Depois de ser autuado, Júlio César assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por crime de favorecimento real, que tem pena que varia de três meses a um ano. O infrator foi liberado e deve responder em liberdade.