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Homem é morto com cinco tiros por engano, na Zona Norte

Acusado de roubar o celular de uma jovem, a vítima foi alvejada pelas costas pelo pai da garota, que percebeu que tinha se enganado ao ver o rosto o homem

O auxiliar de serviços gerais Iricino Rubens da Cruz foi morto com cinco tiros no crânio, tórax, braço e costas

O auxiliar de serviços gerais Iricino Rubens da Cruz foi morto com cinco tiros no crânio, tórax, braço e costas (Antônio Menezes)

Por uma falsa acusação de roubo, o auxiliar de serviços gerais Iricino Rubens da Cruz, 35, foi morto com cinco tiros no crânio, tórax, braço e costas, quando estava em um bar na rua São Xavier, bairro Monte Pascoal, Zona Norte, as 19h de quarta-feira. O suspeito do crime é um homem identificado como Daniel, que está foragido.

Iricino foi acusado de roubar o celular da filha de Daniel, mas tudo não passava de um engano, segundo a família da vítima. O assassino chegou no bar na companhia da filha, que apontou na direção de Iricino afirmando se ele que tinha assaltado o celular dela. A vítima estava de costas e não teve tempo de reagir e se defender das acusações.

Após os cinco tiros, a moça teria percebido que aquele homem caído no bar não era o ladrão. Daniel se aproximou do corpo e viu o rosto da vítima, e também percebeu o erro, já que Iricino é um morador conhecido no Monte Pascoal. Pai e filha fugiram a pé e não foram mais vistos. A família da vítima estava revoltada ontem no velório de Iricino.

“Ele estava de folga ontem (quarta) e foi para o bar. Ele estava de chapéu e a moça confundiu. Ele não pegou o celular de ninguém porque não era ladrão. Agora queremos que ele (Daniel) seja preso, queremos justiça”, disse o tio de Iricino, o montador naval Admilson Rubens, 52. “Fomos na casa dele (Daniel) e já não tem mais ninguém por lá”.

A família registrou o crime no 13º Distrito Integrado de Polícia (DIP) e espera que o caso seja solucionado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (Dehs).