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Impasse entre médicos e Semsa continua, em Manaus

Sindicato dos Médicos e Secretaria Municipal de Saúde não chegam a acordo e nova reunião foi marcada para segunda-feira (16)

Mário Vianna [Simeam]

Presidente do Simeam, Mário Vianna reclamou do descaso com a categoria (Lucas Silva)

A segunda audiência de conciliação entre o Sindicato dos Médicos do Amazonas (Simeam) e a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) terminou novamente em impasse.

Os Simeam reivindica o pagamento dos descontos aos grevistas. Segundo o presidente da entidade, Mário Vianna, vários médicos que participaram da greve que terminou no dia 26, após o comprometimento da Semsa em pagar os descontos, tiveram os dias descontados no salário de dezembro.

De acordo com a subsecretária Municipal de Saúde, Ada Frota, 68 médicos foram pagos no dia 5 dezembro somando um valor R$ 98.589. A secretaria informou que os pagamentos foram feitos com base em uma lista entregue na própria Semsa. “O que pode ter acontecido é que outros médicos podem ter faltado ao trabalho como em outro dia qualquer e isso deve ser verificado com cuidado”, acrescentou Ada Frota.

Para tentar resolver o impasse o sindicato se comprometeu em protocolar uma lista atualizada até esta sexta (13) na secretaria e no Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) com os dados dos médicos que participaram da greve.

Outro ponto discutido durante a audiência foi estudo da proposta de aplicação do piso nacional dos médicos no âmbito municipal, que deveria ter sido apresentado na audiência.

Para Mário Vianna tem acontecido um descaso por parte do poder público em discutir com a categoria. “Desde 2011 nós tentamos conversar sobre o tema”, disse o presidente do Simeam.

Segundo a subsecretaria a pesquisa realizada pela Semsa encontrou valores variados no site da Federação Nacional dos Médicos (Fenam) e que por isso o debate deve continuar. De acordo com a Ada Frota um médico que trabalha 20 h semanais inicia a carreira no município recebendo R$ 5 mil e pode chegar até R$ 8 mil.