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Industriário é morto a facadas após ser acusado de roubar celular de assassino, em Manaus

O suspeito do crime foi identificado apenas como Oriel. Familiares negam a acusação de que a vítima tenha roubado o assassino antes de ser morto

Kleyton ainda chegou a ser levado ao SPA do Galileia, mas não resistiu aos ferimentos

Kleyton ainda chegou a ser levado ao SPA do Galileia, mas não resistiu aos ferimentos (Reprodução/Facebook)

O industriário Kleyton Paulo da Silva e Silva, 31, foi morto a facadas na noite de quinta-feira (1º), em Manaus, por um homem identificado como Oriel, que teria o acusado a vítima de ter roubado um celular dele. O crime aconteceu na rua 71, quadra 45, bairro Nova Cidade, Zona Norte, em uma casa que funciona como um bar. Cerca de dez pessoas jogavam sinuca e bebiam no local. O suspeito fugiu.

Após ser esfaqueada, a vítima foi socorrida por moradores e levada ao Serviço de Pronto Atendimento (SPA) do Galileia, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. “Meu irmão (Kleyton) era novato e esse Oriel disse que ele tinha roubado o celular dele. Eles foram para luta corporal e o Oriel foi embora. Depois ele já voltou com a faca”, disse Kelvia Paulla, 19, irmã da vítima.

Conforme familiares, Kleyton morava há apenas um mês na rua 71, Nova Cidade, com a mãe, Marenalva da Silva e Silva, 53. “Para completar o socorro demorou a chegar e um vizinho lá não quis ajudá-lo. O Samu demorou muito”, denunciou a prima da vítima, Larissa Nadhara, 17. Segundo familiares, Kleyton ficou por cerca de uma hora agonizando, esperando atendimento médico, e morreu a caminho do SPA.


A vítima, Kleyton Paulo da Silva e Silva (Reprodução/Facebook)

“Falaram que foi briga de ‘galeroso’ na rádio, mas ele nunca brigou com ninguém. Ele (Oriel) empurrou todo mundo e já deu a facada. Ninguém o viu chegar com a faca. E depois ele fugiu pulando o muro do bar, porque ele está acostumado a pular muro, a arrumar confusão no bairro”, disse a prima da vítima, Larissa. “Ele apronta, some, e depois aparece de novo”, contou.

“Isso foi uma acusação falsa só para ele (Oriel) arrumar confusão. Ele já tinha o ameaçado uma três vezes”, relatou o vizinho de Kleyton, Manoel Rodrigues Lima, 39. “Primeiro, o Kleyton deu soco no Oriel e aí ele ficou irritado e voltou com a faca. Ele chamou meu nome, pedindo ajuda. Ficou gritando: -Mãe, me furaram!, enquanto eu segurava a cabeça dele”, disse o Manoel.

“Esse Oriel é bandido, veio do Pará e já matou um monte de gente. Ele é foragido do Pará”, disse a tia de Kleyton, Elisângela Santos Pereira, 39. Familiares registraram o crime no 15º Distrito Integrado de Polícia (DIP) e o caso será investigado pela Delegacia de Homicídios e Sequestros (Dehs). O velório de Kleyton aconteceu na funerária Cristo Rei, na Cidade Nova.