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Irmãos que mataram universitário e mais três vítimas são encaminhados à Cadeia Pública

Jucenildo e Ricardo Damascena foram levados na manhã desta quinta-feira (30) para a Cadeia Pública Raimundo Vidal Pessoa. Segundo a Sejus, dupla deve ficar separada dos outros internos durante os primeiros procedimentos

Dupla confessou ter enforcado e matado a pauladas Steve, além da execução de mais três vítimas

Dupla confessou ter enforcado e matado a pauladas Steve, além da execução de mais três vítimas (Bruno Kelly/AC)

Assassinos confessos do universitário Steve Hosth da Costa Barbosa, 32, morto no dia 29 de novembro de 2013, e de no mínimo mais três pessoas, Ricardo Damascena Cunha, 19, e Jucenildo Soares Damascena, 18, foram encaminhados na manhã desta quinta-feira (30) à Cadeia Pública Raimundo Vidal Pessoa, onde devem aguardar julgamento.

De acordo com a Secretaria de Justiça do Amazonas (Sejus), os primeiros procedimentos constituem em dar início à triagem dos indivíduos no processo de ‘inclusão’, que é a realização de exames médicos, apresentação de documentos, entre outras ações.

O órgão também informou que durante esse período, que é decidido por ordem judicial, os irmãos devem permanecer separados dos demais internos. Só a partir da finalização dessa etapa é que Jucenildo e Ricardo poderão conviver com os outros presos em celas.

Relembre o caso

Os irmãos Jucenildo e Ricardo foram presos na manhã dessa quarta-feira (29) após investigação comandada pelo delegado titular da Delegacia Especializada em Roubos e Furtos (Derf), Orlando Amaral, sobre a morte de Steve Hosth da Costa Barbosa.

Em depoimento, os acusados confessaram o crime e contaram todos os detalhes sobre o latrocínio do universitário, encontrado em um bueiro na rua Bernardo Cabral, bairro Tancredo Neves, Zona Leste. A dupla também afirmou ter executado outras três vítimas entre os meses de novembro e dezembro do ano passado, todas homossexuais.

Segundo o delegado Orlando Amaral, a polícia acredita que o número possa chegar até dez e as investigações irão continuar. “Os dois são ‘maníacos’ pois praticam o mesmo modus operandi, roubo seguido de morte. Eles se relacionam com as vítimas e matam para não serem descobertos”, explicou.