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Motociclista morre ao colidir com carro no Distrito Industrial 2

O condutor do veículo ia deixar a esposa no trabalho e o jovem ia jogar bola com amigos, eles seguiam sentido bairro Puraquequara quando colidiram


Jovem morre ao colidir motocicleta em carro no Distrito Industrial 2

Jovem morre ao colidir motocicleta em carro no Distrito Industrial 2 (Bruno Kelly)

O jovem Alisson Ferreira Cruz, 22 anos, morreu na tarde desta quinta-feira (30), após colidir a motocicleta que conduzia em um veículo na avenida dos Oitis, Distrito Industrial 2, Zona Leste de Manaus. O acidente ocorreu por volta das 17h30 em frente a empresa Salcomp.

Conforme relato de pessoas que estavam em frente a empresa e viram o acidente, o condutor do veículo modelo Sandero, de placas NPB 9302, ia deixar a esposa no trabalho enquanto o jovem ia jogar bola com amigos. Eles seguiam sentido bairro Puraquequara quando colidiram.

O condutor do veículo reduziu a velocidade para entrar na empresa e Alisson, que estava em uma motocicleta CG 300, seguiu na via batendo na parte esquerda e frontal do veículo.

Com a colisão de alto impacto o jovem e a motocicleta foram arremessados há aproximadamente cinco metros de distância, parando debaixo de um micro-ônibus que estava estacionado aguardando os funcionários que sairiam às 18h.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado pois a vítima ainda estava com vida, mas o jovem não resistiu aos ferimentos e morreu antes do socorro chegar.

Avenida da morte

Um supervisor que trabalha na empresa Salcomp há 13 anos e não quis se identificar, disse que o barulho da batida foi muito forte e que infelizmente essa é um cena que estão acostumados a ver.

“Já solicitamos diversas vezes da Superintendência da Zona Franca (Suframa) e da prefeitura, para que viessem ao local para estudar uma forma de implantar um redutor de velocidade, mas eles ficam jogando a responsabilidade de um lado para o outro”, disse o supervisor.

Para ele a construção de uma lombada já ajudaria a reduzir os números de acidentes. “Não só a nossa empresa, mas a Nassau, a Ebrom, todas já fizeram cartas e documentos solicitando a atenção dos órgãos competentes para o problema, mas até hoje nada foi feito”, destacou.

Investigações

O caso foi registrado no 4º Distrito Integrado de Polícia (DIP), mas deve ser investigado pela Delegacia Especializada em Acidente de Trânsito (DEAT).